- A exposição Second Life, de Tracey Emin, no Tate Modern, foi inspirada pelas mudanças na vida da artista após o diagnóstico de câncer de bexiga em 2020.
- Jess Baxter, assistente curadora, selecionou cinco livros-chave sobre Emin.
- Strangeland (2006) — autobiografia direta, que percorre a infância em Margate, viagens e momentos difíceis.
- Tracey Emin: Works 1963-2006 (2006), de Carl Freedman e Honey Luard, com entrevistas entre Emin e Freedman, oferecendo insights sobre processo criativo.
- My Heart Is This: Tracey Emin on Painting (2026), de Martin Gayford, que apresenta a relação de Emin com a pintura e as mudanças na vida após o câncer.
Tracey Emin, artista britânica, está em evidência com a exposição Second Life no Tate Modern, em Londres. A mostra foi inspirada pelas mudanças profundas na vida e na obra após um diagnóstico de câncer de bexiga em 2020. A curadoria de Jess Baxter apresenta uma seleção de cinco livros-chave sobre Emin.
A autora de televisão e crítica de arte descreve a trajetória da artista desde a infância em Margate até os trabalhos de caráter autobiográfico. A exposição atual acompanha o retorno de Emin ao processo criativo após o tratamento, destacando a intensidade emocional de sua produção. A curadora salienta que os livros ajudam a compreender o percurso artístico e pessoal da autora.
Obras destacadas sobre Tracey Emin
Strangeland (2006), de Tracey Emin, é apontado como autobiografia crua, com capítulos curtos e poemas, incluindo um guia sobre aborto. O texto percorre momentos marcantes, além de viagens que revelam origens e influências.
Tracey Emin: Works 1963-2006 (2006), de Carl Freedman e Honey Luard, reúne entrevistas que exploram abordagens da criação, pintura, sexo e paixão. Apesar de indisponível em tiragem, é considerado essencial para entender o diálogo entre Emin e seus interlocutores.
Tracey Emin Paintings (2024), de David Dawson, Jennifer Higgie e Tracey Emin, oferece 300 imagens com ensaio de Higgie. A publicação destaca símbolos e motivos presentes nas obras em acrílico, em uma edição com capa vermelha.
Tracey Emin: My Photo Album (2013), de Emin, Damon Murray e Stephen Sorrell, propõe uma visão em fotos da vida da artista. O livro mostra o processo de criação de obras icônicas, como instal ações e peças de abrigo doméstico.
My Heart Is This: Tracey Emin on Painting (2026), de Martin Gayford, explora a relação de Emin com a pintura e seu lugar na história da arte ocidental. O texto analisa mudanças físicas, emocionais e artísticas após o câncer, com foco na continuidade da prática.
A ocasião também inclui materiais de apoio: Tracey Emin: A Second Life, publicado pela Tate Gallery Publications, com 280 páginas. A obra amplia o contexto da mostra e a relação entre vida pessoal e produção artística. A exposição no Tate Modern permanece em cartaz até 31 de agosto.
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