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Leilões recentes mostram que Velhos Mestres ainda estão em alta

Mercado de Old Masters em Nova York atinge mais de US$ 185 milhões em leilões, mostrando que obras históricas continuam relevantes

Stand and deliver: Michelangelo’s study of a foot for the Sistine Chapel ceiling sold for $27.2m at Christie’s
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  • As vendas de fevereiro em Nova York somaram pouco mais de $185 milhões entre as casas Sotheby’s e Christie’s, com Christie’s registrando $54 milhões na sessão de Old Masters, o melhor resultado em mais de uma década.
  • O maior lance veio de Canaletto, com a obra Bucintoro, o iate do Doge, em Ascensão, vendida por $30,5 milhões na Christie’s.
  • Na Sotheby’s, um desenho de Rembrandt, Young Lion Resting, atingiu $17,8 milhões, estabelecendo um novo recorde para a artista.
  • Também houve a venda de Ecce Homo, de Antonello da Messina, que foi adquirido pelo estado italiano por $14,9 milhões em uma transação privada antes da venda.
  • O texto afirma que o mercado de Old Masters continua relevante, apesar de críticas, citando o interesse de grandes públicos e a comparação com movimentos de mercado, além de mencionar a controvérsia sobre a National Gallery usar uma auditoria cidadã que custou £250 mil.

O mercado de Old Masters teve fevereiro robusto em Nova York, com vendas totais acima de 185 milhões de dólares nas casas Christie’s e Sotheby’s. O resultado revela que obras antigas continuam relevantes e atraentes para colecionadores, investidores e instituições. O destaque foi a venda de obras já reconhecidas pelo público e por museus ao redor do mundo.

Na Christie’s, o destaque foi Canaletto, com a pintura Bucintoro, o iate do Doge, vendida por 30,5 milhões de dólares. Em fevereiro, uma venda semelhante realizada em Londres rendeu quase o mesmo valor. Na Sotheby’s, um desenho de Rembrandt, Young Lion Resting, chegou a 17,8 milhões de dólares, batendo novo recorde para a obra no leilão. Um Ecce Homo de Antonello da Messina foi adquirido pelo estado italiano por 14,9 milhões de dólares em transação privada anterior à campanha pública.

O artigo aponta que a força de preços não depende apenas do consumo doméstico: a curva de câmbio favoreceu as negociações, com o dólar em baixa diante de variáveis financeiras. Especialistas destacam que obras clássicas continuam a ser ativos culturais de longo prazo, capazes de atrair público e investidores, com impacto em museus e coleções privadas.

Juri cidadania na National Gallery

O texto analisa a implantação de uma juria cidadã para orientar o futuro da National Gallery. O grupo é formado por 50 pessoas escolhidas ao acaso por uma instituição de apoio, para trazer uma visão externa ao debate institucional. Um comitê de 17 figuras da área tem atuado como consultor.

Segundo relatos, as sessões já realizadas abordaram, em linhas gerais, o valor social da arte e a estratégia de engajamento da galeria. Críticos apontam que o formato pode limitar a condução de ideias mais radicais, caso haja foco em diretrizes de curto prazo. O custo estimado para o projeto chega a 250 mil libras.

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