- O Tesouro dos Estados Unidos prorrogou, nesta segunda-feira, dia 18, por 30 dias a isenção de sanções para carregamentos de petróleo russo já em alto-mar.
- É a segunda vez que as autoridades ampliam essa isenção temporária, criada para mitigar a escassez de petróleo decorrente do conflito entre EUA e Israel contra o Irã.
- A nova licença geral temporária permite que as nações mais vulneráveis tenham acesso temporário ao petróleo russo retido no mar.
- A isenção anterior para o petróleo russo transportado por via marítima expirou no dia 16 de maio; desde o início do conflito, os preços do petróleo subiram e os americanos enfrentam alta na gasolina.
- O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que a prorrogação dará mais flexibilidade e ajudará a estabilizar o mercado físico de petróleo bruto e o abastecimento aos países com maior vulnerabilidade energética.
O Departamento do Tesouro dos EUA prorrogou por 30 dias a isenção de sanções para carregamentos de petróleo russo já em alto-mar. A nova licença geral temporária tem como objetivo manter o abastecimento para países vulneráveis, diante da alta global de preços de energia.
A extensão, anunciada nesta segunda-feira 18, é a segunda vez que as autoridades ampliam a isenção. Segundo o secretário do Tesouro Scott Bessent, a medida oferece flexibilidade adicional ao mercado e ajuda a estabilizar o petróleo bruto físico.
A isenção anterior para o petróleo russo transportado por via marítima expirou em 16 de maio. A operação ocorre em meio a tensões geopolíticas envolvendo o Irã e o estreito de Ormuz, rota estratégica que historicamente tem grande importância para o fornecimento mundial de energia.
Os Estados Unidos já haviam emitido, pela primeira vez, em março, uma licença para essas exportações marítimas. A prorrogação atual busca evitar interrupções no fornecimento, sem reforçar sanções sobre o petróleo russo em alto-mar.
Especialistas destacam que a medida pode influenciar os preços no curto prazo, mas não resolve disputas políticas mais amplas. O objetivo, segundo o governo americano, é reduzir impactos sobre consumidores e países com maior vulnerabilidade energética.
Entre na conversa da comunidade