- Opep+ manteve a produção de petróleo estável em reunião online de domingo; oito membros respondem por cerca de metade da oferta mundial.
- Os preços do petróleo caíram mais de 18% em 2025, refletindo preocupações com excesso de oferta e incerteza política.
- Tensões entre Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos no Iêmen contribuíram para o clima de incerteza entre os participantes.
- Em 2025, os oito membros haviam aumentado metas de produção em cerca de 2,9 milhões de barris por dia, mas pausaram os aumentos para janeiro a março.
- A próxima reunião do grupo ficou marcada para 1º de fevereiro e, na sessão, não houve discussão sobre a Venezuela.
Opep+ manteve a produção de petróleo estável neste domingo após uma reunião breve entre seus oito membros. O encontro ocorreu online, sem discussões sobre crises políticas que afetam o grupo. As decisões foram tomadas para manter a estabilidade do mercado.
Os representantes dos oito países que integram o grupo — Arábia Saudita, Rússia, Emirados Árabes Unidos, Cazaquistão, Kuwait, Iraque, Argélia e Omã — mantiveram a produção inalterada, conforme o planejado. O objetivo é evitar volatilidade diante da queda de preços.
O preço do petróleo caiu mais de 18% em 2025, a maior queda anual desde 2020, elevando a preocupação com o equilíbrio entre oferta e demanda. A Opep+ tem mantido a política de moderação para preservar participação de mercado.
Tensões entre Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, alimentadas por o conflito no Iêmen, contribuíram para uma divisão dentro do bloco. A crise agravou a necessidade de evitar uma escalada política que pudesse afetar a oferta global.
A reunião confirmou a decisão de não discutir Venezuela, mantendo o foco na estabilidade da produção. O grupo informou que voltará a se reunir em 1º de fevereiro para revisar metas e condições do mercado.
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