- Estudo da Universidade de Maryland indicou que oração presencial pode reduzir dor e ansiedade em pacientes adultos.
- A pesquisa, publicada no Journal of Behavioral Medicine, envolveu 150 participantes, divididos entre quem participou de sessões de oração presencial e quem não participou (grupo controle).
- Os resultados mostraram queda significativa da ansiedade e da dor entre os que fizeram oração, com maior bem-estar e satisfação com o tratamento.
- Os autores defendem que a prática pode ser intervenção complementar eficaz, desde que realizada por profissionais capacitados e com consentimento dos pacientes.
- A leitura reforça a importância de abordagens integrativas na medicina, reconhecendo o papel da dimensão espiritual e emocional no cuidado ao paciente.
Um estudo da Universidade de Maryland aponta que a oração presencial pode reduzir a dor e a ansiedade em pacientes adultos. A pesquisa foi publicada no Journal of Behavioral Medicine e avaliou sessões de oração presenciais em pessoas em procedimentos médicos ou com dores crônicas.
Ao todo, 150 participantes foram divididos em dois grupos: um participou das sessões de oração e o outro não. Os resultados indicaram menor ansiedade e dor entre os que fizeram oração, além de maior bem-estar relatado.
Os pesquisadores destacam que a oração deve ser realizada por profissionais capacitados e com o consentimento dos pacientes. A prática aparece como intervenção complementar no manejo de dor e ansiedade.
Efeitos observados da oração presencial
Os autores ressaltam que a oração pode agir promovendo relaxamento, redução do estresse e sensação de apoio social. A melhoria na percepção da dor também foi mencionada como efeito observado.
A religião e a espiritualidade são citadas como componentes do cuidado holístico. A presença física de sessões de oração contribui para a sensação de comunidade e suporte emocional entre pacientes.
Implicações para a prática clínica
Segundo o estudo, a oração presencial pode complementar abordagens tradicionais no tratamento de dor e ansiedade. A prática precisa respeitar crenças dos pacientes e ocorrer com supervisão profissional.
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