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Advogado que defendeu Dirceu no mensalão assume defesa de Vorcaro

Juca Mendes de Oliveira Lima assume defesa de Daniel Vorcaro no STF após saída de Bottini; delação premiada permanece em discussão.

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  • O advogado Pierpaolo Bottini deixou a defesa de Daniel Vorcaro no STF por razões pessoais; o caso será assumido por José Luís Mendes de Oliveira Lima, o Juca.
  • Bottini atua, entre outros clientes, para José Dirceu no mensalão e Braga Netto em ações ligadas a golpes e à Lava Jato.
  • A mudança ocorre pouco depois da Segunda Turma do STF formar maioria para manter Vorcaro preso, decisão já endossada por Luiz Fux e Nunes Marques.
  • Sobre uma possível delação premiada de Vorcaro, o novo defensor disse que ainda irá estudar o caso; há ceticismo entre juristas sobre o benefício.
  • A hipótese de delação cresce pela presença de nomes da cúpula dos poderes no celular do empresário, como os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, e presidentes do Senado e da Câmara.

Advogado Pierpaolo Bottini anunciou, nesta sexta-feira (13), que deixará a defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no STF por motivos pessoais. Quem assume é o jurista José Luís Mendes de Oliveira Lima, conhecido como Juca, já responsável por acompanhar o caso.

Bottini atua há anos na linha de defesa de figuras influentes. Entre seus clientes aparecem ex-ministros, como José Dirceu no mensalão, e Braga Netto em ações sobre tentativa de golpe de Estado e na defesa de Jair Bolsonaro. O advogado também integrou a delação premiada de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, na Lava Jato.

Mudança na defesa

A substituição ocorre após a Segunda Turma do STF formar maioria para manter Vorcaro preso, decisão já validada por André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques.

Sobre a eventual delação premiada de Vorcaro, o novo defensor afirmou ao Metrópoles que ainda estudará o caso, sem comentar o tema no momento. O tema divide juristas, com parte da comunidade entendendo que a delação seria improvável diante da acusação de liderança em milícia privada e de fraude no Banco Master.

A expectativa sobre delação está associada à presença de nomes da cúpula dos poderes no celular do empresário, incluindo ministros do STF, além de presidentes de Senado e Câmara, cujos contatos foram citados pela imprensa.

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