- Fábricas de aves da Austrália Ocidental entraram em lockdown após confirmação de que o vírus H5N1 chegou ao continente.
- O grupo Ingham’s, maior produtor de aves do país, anunciou um lockdown total em WA, mesmo sem detecções comerciais do vírus.
- A confirmação veio após a ave marinha skua marrom, encontrada numa praia isolada perto de Esperance, testar positivo para H5N1; outro pássaro, um gigante petrel, também apresentou resultado preliminar positivo.
- Houve relatos de mais de uma dúzia de aves doentes ou mortas ao longo da costa de WA, e autoridades tentam entender se houve disseminação para outras populações.
- O governo federal e o órgão veterinário acompanham o caso, com medidas de preparo e cooperação entre estados e setores para minimizar impactos, e ações para manter operações sob controle.
Pelas autoridades australianas, a saúde avícola de Western Australia passou a adotar medidas de lockdown após a confirmação de que o vírus H5N1 chegou ao continente. A explosão de casos envolve aves silvestres, antes sem registro no país, elevando o nível de precaução na região.
A Ingham’s Group, maior produtora de poultry da Austrália, anunciou um lockdown total no estado, ainda sem detecções comerciais do H5N1. A medida inclui o confinamento de galinhas criadas de forma livre em ambientes internos e restrições de acesso às operações não essenciais.
O primeiro indicativo foi a detecção do vírus em um skim, espécie de urubu marinho, encontrado numa praia remota perto de Esperance, com testes preliminares positivos para o H5N1 em um senúrio gigante de protetu. Relações com outras espécies na área também são acompanhadas.
Situação em WA e resposta governamental
Antes da confirmação, a Austrália era o único continente sem o vírus, que já causou mortes entre aves e mamíferos marinhos desde 2021. Autoridades estudam se aves infectadas espalharam o patógeno para outras populações, enquanto países observam medidas de contenção.
Asham’s pediu ao governo estadual autorização para manter aves de galinheiro criadas soltas dentro de abrigos, para reduzir o risco de transmissão. O governo federal e estadual planejam ações coordenadas com produtores e especialistas para mitigar impactos.
O Ministério da Saúde Ambiental afirmou que o vírus não foi encontrado até o momento na fauna, avicultura ou sistemas agrícolas, mas há monitoramento contínuo. As autoridades relatam esforço para aprender com experiências externas e adaptar ações práticas.
O ministro federal do Meio Ambiente, Murray Watt, informou que autoridades compartilharão atualizações com ministros estaduais e federais. O relato ressalta investimentos em preparação, com recursos recebidos em recente orçamento para reforçar sistemas de vigilância.
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