- O PSD escolheu Ronaldo Caiado como pré-candidato à presidência em 2026; Eduardo Leite não concorrerá à Presidência e deve concluir o mandato no Rio Grande do Sul, voltando o foco para as eleições gaúchas.
- Leite tentou disputar a Presidência em dois mil e vinte e dois, mas ficou atrás de Ratinho Junior na preferência do PSD; Ratinho acabou desistindo da disputa em março de dois mil e vinte e seis.
- Questionado sobre seu papel nas eleições de dois mil e vinte e seis, Leite disse que ainda não está definid o e que a posição será decidida pelo grupo, mantendo o tom de liderança do centro.
- O senador não pretende concorrer ao Senado em dois mil e vinte e seis; ele afirmou que só deixaria o governo para atender ao chamado para a Presidência.
- Com o mandato de governador até cinco de janeiro de dois mil e vinte e sete, Leite foca na eleição do seu sucessor, o vice-governador Gabriel Souza (MDB), e na formação da chapa para o Senado; pode manter aspirações presidenciais no futuro.
Eduardo Leite não será candidato à Presidência em 2026. O governador do Rio Grande do Sul afastou a hipótese de concorrer ao Planalto, mantendo o foco nas eleições gaúchas e na estratégia do seu partido, o PSD, para o pleito nacional.
O PSD optou, em definição interna, pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato ao Palácio do Planalto. Leite buscava representar a chamada terceira via, mas ficou em segundo plano na corrida interna do partido.
O chefe do Executivo gaúcho já havia sinalizado resistência a uma candidatura ao Senado e declarou que concluiria seu mandato. A partir de 5 de janeiro de 2027, ele deverá entregar o comando ao eleito para o governo do Rio Grande do Sul.
Papel de Leite nas eleições
Leite afirmou que ainda não definiu sua participação na campanha de 2026 e que a decisão dependerá do grupo e do partido. Reconheceu ser uma liderança política inserida no movimento central e avaliaria de que maneira pode contribuir.
O governador destacou que não conversou com Caiado após a definição do PSD e que continuará atuando pela política centrada. Em seu entender, a definição do papel depende de alinhamento com o grupo e com a estratégia do partido.
O foco de Leite, por ora, é a eleição do sucessor no Rio Grande do Sul, com o vice-governador Gabriel Souza, do MDB, na linha de frente da chapa. O acordo já funcionou em 2022, quando os emedebistas não tiveram candidato próprio ao governo.
O cenário de 2026 ainda reserva possibilidades; Leite sinalizou que não desistirá da aspiracão presidencial. Em publicação posterior à decisão do PSD, o governador manteve a ideia de uma trajetória política contínua, apesar das mudanças de rumo.
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