- O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que a candidatura de Flávio Bolsonaro seria “ameaça” à democracia, em entrevista à colunista Daniela Lima do UOL.
- Ele disse que a avaliação positiva do governo Lula pesa no cenário eleitoral e comparou a situação atual a riscos para a democracia.
- Alckmin destacou avanços da gestão em economia, empregos, saúde, educação, meio ambiente e atuação internacional, citando queda no desmatamento.
- Sobre a votação do Congresso para o fim da escala 6×1, ele aposta que a expressiva aprovação na Câmara influenciará o Senado, que tende a sustentar a medida.
- Afastando o tema econômico, o vice-presidente defendeu o Desenrola, com proposta de uma segunda versão para adimplentes, garantindo menor taxa de juros e desconto médio de 70%.
- Quanto ao governo de São Paulo, destacou que Haddad ainda precisa definir vice e as duas vagas ao Senado, com três pré-candidatos fortes ao Senado: Márcio França, Simone Tebet e Marina Silva.
Geraldo Alckmin, vice-presidente, disse em entrevista à colunista Daniela Lima, do UOL, que a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) representa uma ameaça à democracia. O comentário ocorreu no contexto do atual cenário eleitoral e das avaliações sobre o governo. Alckmin sugeriu que o país corre riscos institucionais com esse quadro.
Ele avaliou que a gestão de Lula vem apresentando avanços em várias áreas, o que, segundo ele, influencia a percepção sobre o governo. O vice-presidente destacou impactos positivos na economia, no emprego, em meio ambiente e na atuação internacional.
Alckmin citou ganhos na saúde, educação e na inserção do Brasil no cenário global, associando melhorias a uma leitura de continuidade institucional. Ele afirmou que a crise econômica foi contornada, contribuindo para a avaliação pública do governo.
No âmbito legislativo, o vice-presidente comentou a tramitação do fim da escala 6×1 no Congresso. Ele disse acreditar que o resultado expressivo na Câmara pode influenciar o Senado, dada a sensibilidade do parlamento à opinião pública.
Sobre políticas públicas, Alckmin defendeu a ampliação do programa Desenrola. A ideia seria criar uma versão voltada também a quem está adimplente, mantendo o fundo garantidor e ampliando a redução de juros para 1,99%.
Em relação à polarização paulista, o contexto de alianças também apareceu. A chapa de Fernando Haddad ao governo de São Paulo ainda precisa definir o vice e as duas vagas ao Senado, conforme o vice-presidente. Quatro nomes aparecem como pré-candidatos ao Senado, todos considerados fortes.
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