- Após a nova fase da operação da Polícia Federal, a cúpula do PL avalia que a candidatura de Claudio Castro ao Senado naufragou de vez.
- A PF mostrou que o governo do Rio, por meio da RioPrevidência, investiu R$ 3 bilhões no Banco Master, subida em relação ao valor anterior de cerca de R$ 1 bilhão.
- Um líder do PL disse ao blog que a revelação complica a situação de Castro e passa a impressão de que ele estava envolvido em uma “operação de socorro” a uma figura tóxica no cenário político.
- A definição do substituto de Castro caberá ao ex-presidente Jair Bolsonaro; Flávio Bolsonaro cogitou lançar a mãe, mas o pai não apoiaria a ideia.
- Além da operação, Castro enfrenta uma inelegibilidade já declarada pelo Tribunal Superior Eleitoral, com o STF apontando que a confirmação da inelegibilidade é questão de tempo.
Depois da expansão da Operação Compliance Zero, a cúpula do PL avalia que a candidatura de Cláudio Castro ao Senado pode ter entrado em estágio irreversível. A ação, realizada nesta terça-feira, envolve novos elementos do caso Master e repercute expectativas sobre as próximas eleições no Rio de Janeiro.
Apesar de o partido ainda não declarar oficialmente a morte da candidatura, dirigentes admitem em bastidores que Castro precisa reconhecer que as chances são reduzidas. A mensagem interna aponta para a necessidade de redefinir estratégias sem descartar formalmente o projeto.
A operação conduzida pela Polícia Federal revelou que, segundo apurações, o governo do Rio investiu no Banco Master por meio da RioPrevidência, em montante que passa de 1 bilhão para cerca de 3 bilhões de reais. O episódio agrava a percepção de envolvimento de agentes públicos em operações de socorro financeiro.
A definição de substituto de Castro caberá ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que detém forte base de apoio no estado. Há expectativa de que Bolsonaro avalie nomes para compor a chapa ou apoiar candidaturas de aliados na região.
Paralelamente, Cláudio Castro enfrenta trâmites judiciais que colocam sua elegibilidade sob risco. O Tribunal Superior Eleitoral já declarou sua inelegibilidade, e o ex-governador tenta manter a candidatura mediante recursos no TSE e no STF. Ministros do STF indicam que a conclusão sobre a inelegibilidade deve se consolidar em breve.
O cenário político no Rio de Janeiro permanece sob fogo cruzado entre investigações, decisões judiciais e estratégias de partidos para as eleições de 2026. A PF já havia indicado que a nova etapa envolve dados relevantes sobre repasses públicos e possíveis impactos eleitorais.
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