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Lula busca substituto para Gleisi na articulação política visando fim da escala 6×1

Lula busca novo articulador político com trânsito no Congresso para sustentar o fim da escala 6×1 e acelerar a pauta no Legislativo

O presidente Lula (PT). Foto: Pablo Porciúncula/AFP
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  • Lula busca substituir Gleisi Hoffmann no Ministério das Relações Institucionais por um articulador político com trânsito no Congresso, possivelmente um parlamentar.
  • A pasta está em gestão interina desde a saída de Gleisi, com o secretário-executivo Marcelo Costa ocupando o cargo.
  • O governo pretende enviar ainda nesta semana ao Legislativo um projeto para o fim da escala 6×1, com regime de urgência garantindo até quarenta e cinco dias de análise.
  • A estratégia depende de negociação com lideranças, especialmente com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e do alinhamento com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e com a Comissão de Constituição e Justiça, para evitar atrasos.
  • O Planalto também acompanha a possibilidade de indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, o que requer maioria no Senado; nomes como Wellington Dias foram avaliados para a função.

A semana começa com mudanças na equipe do presidente Lula. O foco está na articulação política, essencial para aprovar propostas no Congresso. A estratégia envolve buscar um novo articulador com trânsito no Legislativo.

Gleisi Hoffmann deixou a pasta de Relações Institucionais para concorrer ao Senado pelo Paraná. Desde então, Marcelo Costa atua de forma interina como secretário-executivo do ministério.

A ideia do governo é nomear um articulador político com presença parlamentar, para acelerar tramitações no Legislativo. A prioridade é enviar ainda nesta semana o projeto que busca extinguir a escala 6×1.

O cronograma prevê regime de urgência para permitir conclusão em até 45 dias, visando evitar atrasos. A negociação com o presidente da Câmara, Hugo Motta, permanece estratégica.

Outra frente envolve a indicação de Jorge Messias ao STF. A aprovação depende de maioria no Senado, demandando cooperação entre o Planalto e lideranças da Casa.

Sem titular na articulação, aliados reconhecem queda na coordenação em um momento de maior necessidade. A interlocução com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é considerada decisiva.

Nomes já foram avaliados, inclusive Wellington Dias, mas a equipe prefere aguardar o redesenho político após a janela partidária. As próximas semanas devem trazer definindo mova na estrutura.

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