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Brasil conquista 10 medalhas olímpicas com atletas estrangeiros

Brasil soma dez medalhas olímpicas com atletas nascidos no exterior; Lucas Pinheiro Braathen desponta como principal esperança de medalha em Milão-Cortina

Ícone do esporte brasileiro, Rodrigo Pessoa nasceu em Paris (Foto: Luiza Moraes/ COB)
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  • Lucas Pinheiro Braathen, nascido em Oslo, Noruega, é a principal esperança do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina; caso confirme medalha, entrará no grupo de atletas brasileiros nascidos no exterior que já somam dez medalhas olímpicas.
  • O Brasil já conquistou dez medalhas olímpicas com atletas nascidos em sete países diferentes, entre eles Rodrigo Pessoa, Flávio Canto, Chiaki Ishii e Julia Bergmann.
  • História do esporte brasileiro mostra pioneirismo de atletas nascidos no exterior: Burkhard Cordes, nascido na Alemanha, ganhou bronze na vela em 1968; Lars Björkström, nascido na Suécia, venceu ouro em 1980; Chiaki Ishii, nascido no Japão, ganhou bronze no judô em Munique 1972.
  • Rodrigo Pessoa, nascido em Paris, é o atleta brasileiro com mais participações olímpicas (oito) e soma três medalhas: dois bronzes (Barcelona 1996 e Sydney 2000) e ouro (Atenas 2004).
  • Na delegação de Milão-Cortina, há ainda três atletas nascidos no exterior: Pat Burgener (Lausanne, Suíça) e Augustinho Teixeira (Ushuaia, Argentina) no snowboard, e Giovanni Ongaro (Clusone, Itália) no esqui alpino, este último naturalizado brasileiro em 2024.

Brasil soma 10 medalhas olímpicas conquistadas por atletas nascidos fora do Brasil, reforçando a presença de brasileiros no exterior. A aposta para Milão-Cortina 2026 recai sobre Lucas Pinheiro Braathen, nascido na Noruega, com raízes brasileiras.

Pinheiro Braathen figura como principal esperança de medalha no esqui dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina. Caso confirme o favoritismo, o atleta entrará para um grupo histórico de atletas nascidos no exterior que já representationaram o país.

Pontos-chave

Historicamente, o Brasil teve pioneiros em modalidades como vela e judô entre os nascidos no exterior. Burkhard Cordes, naturalizado, conquistou a primeira medalha brasileira na vela em 1968. Em seguida, Lars Björkström, naturalizado, levou o ouro em Moscou 1980.

Chiaki Ishii abriu caminho no judô, naturalizado em 1969 e medalha de bronze em Munique 1972. Flávio Canto acrescentou bronze em Atenas 2004, reforçando a presença de atletas com ligação estrangeira na lista de conquistas.

Representantes da nova geração

Júlia Bergmann, ponteira do vôlei feminino, integra o grupo de atletas nascidos no exterior que defendem o Brasil. Nascida em Munique, Alemanha, ela tem dupla cidadania e optou pelo Brasil, assim como o irmão Lukas, também atleta da seleção.

No atletismo de inverno, a delegação em Milão-Cortina traz quatro nomes com nascimento fora do Brasil: Lucas Pinheiro Braathen (Oslo, Noruega), Pat Burgener (Lausanne, Suíça), Augustinho Teixeira (Ushuaia, Argentina) e Giovanni Ongaro (Clusone, Itália).

Por que isso importa

A presença desses atletas mostra que o Brasil tem ampliado seu leque de representatividade, envolvendo cidadãos com vínculos internacionais que escolhem competir por território nacional. A composição da equipe para Milão-Cortina reflete essa realidade de talentos com múltiplas nacionalidades.

Fonte

As informações destacam a participação brasileira com atletas nascidos no exterior e a expectativa em torno de Lucas Pinheiro Braathen, que pode ampliar o registro histórico do país em Olimpíadas.

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