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Rede de cúmplices de Epstein: poderosos sabiam dos crimes e ajudaram

Novos arquivos de Epstein revelam rede de homens poderosos que ajudaram a minimizar crimes sexuais de menores, silenciando as vítimas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Richard Branson and Jeffrey Epstein in a photo released by the US DOJ in December 2025.
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  • Documentos sobre Jeffrey Epstein revelam que homens poderosos tentaram ajudar a minimizar ou dissipar seus crimes de exploração sexual de menores, mesmo após sua prisão.
  • Entre os citados estão Richard Branson, Noam Chomsky, Steve Bannon, Peter Mandelson e Bill Gates, que teriam oferecido aconselhamento estratégico, treinamento de mídia ou solidariedade.
  • Um dos e-mails de 2019 mostra Chomsky zombando da “histeria” sobre abuso de mulheres, após séries de reportagens que detalharam os abusos de Epstein e a suposta leniência jurídica.
  • Branson é mencionado em mensagens de 2013 sobre encontros com Epstein, incluindo um episódio em que supostamente sugeriu “trazer a harem”, além de referências a apoiar a minimização dos crimes.
  • Grupos de sobreviventes de Epstein afirmam que informações sobre eles foram incluídas nos arquivos, enquanto os homens que as molestaram permanecem impunes ou protegidos; Ghislaine Maxwell deve testemunhar ao Congresso nos próximos dias.

O material divulgado sobre Jeffrey Epstein apresenta uma rede de figuras públicas que atuou para minimizar ou justificar seus crimes de exploração sexual de menores. Os novos arquivos incluem e-mails e mensagens entre personalidades influentes que buscavam orientar ou apoiar Epstein após a prisão de 2008 e a libertação em 2009. As informações reforçam a percepção de proteção institucional em torno do caso.

Entre os envolvidos, surgem nomes como Richard Branson, Noam Chomsky, Steve Bannon, Peter Mandelson e Andrew Mountbatten-Windsor. Em mensagens, alguns dialogaram sobre estratégias de comunicação, treinamento de mídia e apoio público, mesmo após o histórico criminal de Epstein ter ficado conhecido. A reportagem aponta que, em fevereiro de 2019, conteúdos citavam críticas à “histeria” sobre violência contra mulheres.

Documentos Epstein: principais nomes aparecem nos arquivos

Segundo as novas divulgações, Branson chegou a sugerir encontros, com menção a “harem” de Epstein, o que a Virgin Group negou como prática ou conhecimento de fatos completos. Há ainda relatos de tentativas de downplay do caso, com referências a indivíduos que teriam recomendações para manter a imagem pública.

Os arquivos também citam conversas com outras figuras de peso, incluindo Bill Gates, que, de acordo com algumas mensagens, manteve relações próximas a Epstein em paralelo a controvérsias legais envolvendo vítimas. O material ainda aponta a existência de acordos de confidencialidade e discussões sobre o que foi divulgado pela imprensa.

Autores do material destacam que várias testemunhas e vítimas relatam ter sido alvo de silenciamento ou de informações contadas de forma restrita. A divulgação reacende o debate sobre o papel de figuras influentes e a necessidade de responsabilização independente, com foco na proteção de mulheres e meninas.

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