- O congressista democrata Dan Goldman disse ser “triste” com o Poetica Coffee, em Brooklyn, por ter banido sua presença por suas visões sobre Israel, após uma visita no domingo.
- A Coffee shop está sob investigação do Departamento de Justiça dos EUA, pela divisão de direitos civis, após a postagem viral que foi deletada.
- O estabelecimento reembolsou a compra de Goldman, mas publicou mensagens com tom acusatório e referências a grupos de lobby; a postagem foi retirada.
- Goldman afirmou que prefere que a investigação do Dhillon seja direcionada a antisemitismo contra pessoas sem plataforma pública, não a ele, um figura pública.
- Harmeet Dhillon, assistente do procurador-geral, afirmou que leis federais proíbem discriminação em estabelecimentos públicos com base em raça, religião ou origem nacional e que a divisão de direitos civis pode tomar medidas se necessário.
Um representante Democrata de Nova York disse ser “triste” com a expulsão de um cafe por suas posições sobre Israel. O fato ocorreu em Brooklyn, após Dan Goldman ter sido banido da Poetica Coffee durante uma visita no domingo. A discussão ganhou as redes e motivou reações públicas.
O cercamento da polêmica começou quando a Poetica Coffee publicou postagens na Instagram que vetavam o congressista e faziam críticas a ele. O estabelecimento emitiu refund da compra feita por Goldman, mas isso não impediu que a Justiça abrisse uma investigação.
Acompanhando o desdobramento, Harmeet Dhillon, chefe adjunta da divisão de direitos civis do DoJ, informou peloX que a agência investiga a cafeteria. O DoJ reforçou que leis federais proíbem discriminação em espaços de acesso público com base em raça, religião ou origem.
Goldman comentou à CNN que prefere que o tempo do DoJ seja dedicado a investigar antisemitismo contra pessoas que não ocupam cargos públicos. O congressista participou, no mês passado, de um desfile que contou com autoridades israelenses e destacou seu apoio à Israel, segundo apuração de veículos.
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