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Lula diz no G7 que não pediu reunião bilateral e critica Trump

Lula afirma que não pediu reunião bilateral com Trump; acusa fala excessiva e pouca escuta, enquanto Brasil negocia e entregou documento

Lula e Trump falam rapidamente no G7
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  • Lula participou da cúpula do G7 em Évian-les-Bains, França, e disse que não pediu reunião bilateral com Donald Trump porque o Brasil está em negociação.
  • O presidente afirmou que Trump fez uma coisa desaforada e que entregou por escrito um documento; o Brasil está disposto a combater o crime organizado.
  • Ele explicou que não conversa com todos os presidentes a toda hora em reuniões, mas busca avanços por meio de bilaterais quando possível.
  • Lula afirmou que todas as armas apreendidas pela Polícia Federal são de Miami e reforçou o envio do material por escrito.
  • O petista criticou debates em fóruns internacionais como “samba de uma nota só” e disse que, ao chegar convidados de fora, o documento oficial já havia sido aprovado pelo grupo, sem considerar demandas adicionais.

Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira que não pediu uma reunião bilateral com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, durante a cúpula do G7. O presidente brasileiro disse ainda que trabalha em negociações e entregou documentos relevantes no debate em Évian-les-Bains, na França. Segundo Lula, Trump falou muito, ouviu pouco e houve um tom desaforado na abordagem.

O líder petista ressaltou que, em fóruns multilaterais, é comum o grupo chegar a um texto oficial sem considerar demandas de convidados. Ele explicou que a dinâmica dificulta a inclusão de todos os pontos de interesse, especialmente em reuniões em que há muitos chefes de Estado presentes.

Lula declarou que o Brasil está disposto a colaborar no combate ao crime organizado. Ele mencionou a entrega de informações por escrito e afirmou que o país tem interesse em cooperação para enfrentar esse tema. O relato foi feito durante a coletiva de imprensa após agendas ligadas à cúpula do G7.

Contexto na cúpula do G7

O presidente falou sobre a condução das negociações e o papel do Brasil em propostas regionais. Ele reforçou a posição de que o documento oficial já foi aprovado pelos organizadores, antes de eventuais demandas de convidados serem consideradas.

As declarações foram feitas em Évian-les-Bains, onde Lula participou de atividades oficiais da reunião. A cobertura está em desenvolvimento para trazer novas informações sobre os desdobramentos diplomáticos envolvendo o Brasil.

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