- O Senado aprovou, nesta terça-feira (16), a transferência simbólica da sede do governo federal para Salvador no dia 2 de julho de cada ano.
- A proposta, de autoria do deputado Leo Prates (PDT), reconhece a Independência da Bahia como marco da consolidação da independência brasileira.
- O texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e prevê atuação dos três poderes durante as celebrações, sem comprometer serviços essenciais em Brasília.
- O governo federal ficará responsável pela organização logístico, de segurança e estrutura dos eventos, em coordenação com autoridades de Salvador.
- O senador Jaques Wagner (PT) destacou a resistência baiana como parte essencial do processo, lembrando que houve transferências simbólicas anteriores, em 1993 e 2025.
O Senado aprovou nesta terça-feira (16) um projeto de lei que transfere simbolicamente a sede do governo federal para Salvador no dia 2 de julho, durante as celebrações da Independência da Bahia. O texto segue para sanção presidencial.
De autoria do deputado Leo Prates (PDT), a proposta 5.672/2025 visa destacar a data de 2 de julho de 1823, marco da consolidação da independência brasileira segundo historiadores.
O movimento marca a expulsão definitiva das tropas portuguesas do território baiano, após meses de confrontos que acompanharam a proclamação de 7 de setembro de 1822.
Contexto histórico
A ideia é realizar, no componente simbólico, cerimônias dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em Salvador, sem comprometer serviços essenciais em Brasília. A mudança é apenas simbólica, segundo o texto.
Logística e participação dos poderes
Cabe ao governo federal organizar a logística, a segurança e a estrutura dos eventos, em articulação com autoridades de Salvador e com os demais poderes.
Segundo o senador Jaques Wagner (PT), a referência histórica reforça a resistência baiana na luta pela independência, lembrando episódios de 1823.
Entre na conversa da comunidade