- Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal na gestão de Jair Bolsonaro, passou a fazer oficialmente parte do time que elabora o plano econômico do pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL).
- Ela se licenciou por seis meses da Legend para ajudar o Brasil, segundo afirmou, com a proposta de um modelo econômico considerado mais austero e virtuoso.
- A informação foi adiantada pelo jornal O Globo; Daniella declarou-se indignada com os gastos do governo atual em ano eleitoral.
- Anteriormente, já atuava informalmente nos contatos de Flávio para difundir ideias econômicas.
- A nomeação busca atrair o mercado financeiro ao trazer alguém próximo a Paulo Guedes, em meio a controvérsias recentes sobre o filme Dark Horse e recursos solicitados a Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal durante a gestão de Jair Bolsonaro, passou a integrar oficialmente o grupo responsável pela elaboração do programa econômico do pré-candidato Flávio Bolsonaro, do PL. A nomeação foi anunciada após a profissional manter atuação ligada ao tema econômico em fases anteriores.
Marques informou ao blog que se licenciou por seis meses da Legend, empresa em que trabalha, para contribuir com a construção de um modelo de governo com foco econômico mais austero e virtuoso. A medida ocorre em meio a movimentos para atrair interesse do mercado financeiro.
A participação de Marques já havia sido percebida nos últimos meses, com atuação informal em contatos de Flávio para difundir ideias econômicas. A mudança é vista como tentativa de reforçar a relação entre o time de Flávio e setores do mercado, após episódios recentes envolvendo recursos e filmes de repercussão pública.
A divulgação da licença, antecipada por O Globo, reforça a presença de nomes próximos a Paulo Guedes no escopo do plano econômico. Flávio busca ampliar a credibilidade de sua proposta junto a investidores, ao mesmo tempo em que prepara as linhas gerais de seu programa para o período eleitoral.
A trajetória de Marques inclui passagem pelo Ministério da Economia e pela gestão da Caixa, marcando uma ponte entre políticas públicas e propostas de mercado. A adesão ao grupo de Flávio é apresentada como parte de uma estratégia mais ampla de formulação econômica para o esforço eleitoral.
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