- Zema disse em sabatina no canal Brasil Paralelo que “quem anda com bandido merece ser visto com cautela”, citando convivência com uma pessoa considerada “bandido”.
- Eduardo Bolsonaro reagiu no X, afirmando que pretendia romper geral com o partido Novo por causa da defesa de Vorcaro e da postura de Zema.
- Um mês antes, Zema disse que o acordo financeiro envolvendo Flávio e Vorcaro era “imperdoável” por solicitação de dinheiro para o filme Dark Horse, mas posteriormente classificou a situação como página virada.
- Zema afirmou que Vorcaro doou R$ 1 milhão ao Novo em 2022, período sem suspeitas, e sugeriu que o banqueiro teria feito doações maiores a outros partidos, insinuando que o Novo é o “mais sério” contra corrupção.
- A controvérsia envolve o envolvimento de Vorcaro com o Novo e as críticas de Zema a Flávio Bolsonaro, com Eduardo defendendo rompimento geral do eixo familiar com o partido.
O ex-governador Romeu Zema disse, em sabatina veiculada pelo canal Brasil Paralelo no YouTube, que quem anda com bandido merece ser visto com cautela. A declaração foi feita ao comentar a aproximação entre Flávio Bolsonaro e o empresário Vorcaro, alvo de críticas anteriores de Zema.
No microblog X, o deputado Eduardo Bolsonaro reagiu às críticas de Zema, afirmando que em 2024 era difícil ignorar quem era Vorcaro e sugerindo rompimento geral com o partido Novo. O post gerou repercussão entre apoiadores e oposicionistas.
Um mês antes, quando surgiram conversas entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro, Zema já havia señalado que seria imperdoável o pedido de dinheiro para financiar o filme Dark Horse, que narra a história de Jair Bolsonaro a partir de uma visão bolsonarista. Depois, ele recuou afirmando que o tema era página virada.
Questionado sobre a doação de Vorcaro ao Novo, Zema informou que o banqueiro doou pouco, em 2022, em um momento sem suspeitas. Segundo ele, Vorcaro também destinou valores maiores a outros partidos, e que o Novo, por ser pequeno, recebeu apenas 1 milhão. Ele concluiu que o doador poderia ter contribuído mais para um partido considerado “mais sério” no combate à corrupção.
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