Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Diplomatas veem encontro Lula-Trump no G7 para evitar tarifas dos EUA

Diplomatas apostam que encontro Lula-Trump no G7 pode destravar tarifas, após dados técnicos sobre desmatamento não terem sido levados em conta

Lula e Trump em encontro na Casa Branca — Foto: Ricardo Stuckert
0:00
Carregando...
0:00
  • Diplomatas brasileiros apostam em um encontro entre o presidente Lula e o presidente Donald Trump durante o G7 na França para destravar negociações sobre novas tarifas ao Brasil.
  • O USTR indicou, com base na Seção 301, itens como PIX, etanol, combate ao desmatamento e propriedade intelectual para taxação de práticas econômicas consideradas desleais.
  • Desde julho de 2025, houve várias conversas entre Brasil e Estados Unidos por telefone, videoconferência e reuniões em Washington, com dados oficiais apresentados e dúvidas esclarecidas, segundo relatos.
  • Como as negociações técnicas não evoluíram, autoridades brasileiras veem a possibilidade de um encontro direto Lula-Trump como saída para avançar o tema.
  • O Congresso aprovou a Lei da Reciprocidade para responder a tarifas, mas o governo prefere manter o diálogo diplomático, já que os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil.

Diplomatas brasileiros apostam que um encontro entre Lula e Trump, no G7 na França, pode destravar negociações sobre novas tarifas ao Brasil. A ideia é buscar contatos diretos num momento de tensão comercial.

O governo sustenta que propostas de tarifas têm viés político e não se baseiam em argumentos técnicos apresentados nos últimos meses. As discussões envolvem medidas que afetariam setores brasileiros.

Entre os itens citados pelo Escritório de Representante Comercial dos EUA estão PIX, etanol, combate ao desmatamento e propriedade intelectual, sob a Seção 301 da lei norte-americana.

Lei da Reciprocidade

Diante da pressão tarifária, o Congresso Nacional aprovou a Lei da Reciprocidade, permitindo resposta proporcional caso parceiros adotem medidas que prejudiquem a economia brasileira.

No Itamaraty, diplomatas destacam que, apesar do instrumento, a estratégia permanece buscar diálogo político e diplomático com os EUA.

Os EUA são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás da China, o que torna o cenário sensível a impactos na relação econômica.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais