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Promotoria investiga Ben Gvir por maus-tratos a ativistas da flotilha de Gaza

A promotoria italiana abriu investigação contra Itamar Ben Gvir por suposta tortura e sequestro de ativistas italianos da flotilha de Gaza

Llegada desde Israel del periodista italiano Alessandro Mantovani a Roma el pasado 21 de mayo, después de haber sido capturado cuando viajaba en uno de los barcos de la flotilla con ayuda a Gaza.
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  • A promotoria italiana abriu investigação contra o ministro de Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, por suspeita de tortura e sequestro de cidadãos italianos que faziam parte da flotilha humanitária para Gaza no mês passado.
  • A apuração investiga o tratamento dispensado aos ativistas; relatos indicam agressões a ativistas, incluindo o deputado Dario Carotenuto, com possíveis fraturas entre os capturados ao chegar ao porto.
  • Caso haja indícios suficientes, a procuradoria pode pedir um julgamento formal contra Ben Gvir.
  • O governo italiano classificou o tratamento como inaceitável, convocou o embaixador de Israel para explicações e solicitou à União Europeia a discussão de sanções contra o ministro.
  • Internacionalmente, surgem críticas a Israel por vídeos de ativistas detidos; França já vetou a entrada de Ben Gvir ao seu território.

A procuradoria italiana abriu uma investigação contra o ministro de Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, por suposto maltrato a ativistas da flotilha de Gaza. O caso envolve cidadãos italianos entre os participantes, segundo fonte judicial não identificada.

A apuração mira suspeitas de sequestro e tortura praticados contra os ativistas durante o deslocamento da flotilha, que buscava levar ajuda humanitária a Gaza. A divulgação ocorreu nesta segunda-feira, com confirmação de informações de agências italianas.

Entre os relatos apresentados, o jornalista Alessandro Mantovani, do Il Fatto Quotidiano, descreveu agressões a ativistas em maio, ao chegar a Roma após ser libertado por Israel. Mantovani também mencionou ferimentos em outros integrantes.

A investigação ocorre após críticas internacionais ao novo governo israelense, com vídeos divulgados por Itamar Ben Gvir mostrando detidos com as mãos atadas. Italia e outros países questionam o tratamento aos envolvidos.

O governo italiano, por meio de Giorgia Meloni, classificou o episódio como inaceitável e convocou o embaixador de Israel para prestar explicações. A União Europeia foi acionada para discutir possíveis sanções contra Ben Gvir.

Organizadores da flotilha alegam que o objetivo era romper o bloqueio a Gaza e entregar ajuda humanitária. Segundo eles, 430 ativistas foram detidos pela polícia israelense durante a interceptação da operação marítima.

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