- Flávio Bolsonaro voltou a defender a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos Estados Unidos.
- Em evento em São Paulo, ele enfatizou o público feminino e mencionou a possibilidade de ter uma mulher como vice.
- Em Washington, ao lado do irmão Eduardo, ele se reuniu com o presidente Donald Trump; pouco depois o governo americano classificou PCC e CV como terroristas.
- A agenda contra o crime organizado foi acompanhada pela avaliação de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, incluindo o Pix, o que deixou a pré-campanha dele na defensiva; ele não respondeu quando questionado.
- A campanha passa a incluir mais a presença feminina, com Fernanda Bolsonaro em agendas, alianças religiosas e a menção de Simone Marquetto como possível vice.
Flávio Bolsonaro defendeu novamente a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelo governo dos Estados Unidos. O senador e pré-candidato do PL participou de um evento em São Paulo voltado ao público feminino e abordou a possibilidade de ter uma mulher como vice em sua chapa.
O contexto inclui a viagem de Flávio a Washington no fim de maio, ao lado do irmão Eduardo, onde se reuniu com o ex-presidente Donald Trump. Na ocasião, o governo americano classificou PCC e CV como organizações terroristas. O objetivo, segundo o senador, era enfrentar o avanço do crime organizado no Brasil.
Para Flávio, a missão nos EUA foi tratar de questões de segurança e de combate a poderes paralelos. Em entrevista, ele afirmou que a viagem mostrou a disposição de países democráticos de agir contra estruturas criminosas. Não houve confirmação de respostas sobre críticas recebidas.
Cenário envolvendo EUA e Pix
Poucos dias depois, o governo dos EUA avaliou impor tarifa adicional de 25% a produtos brasileiros, citando práticas comerciais, incluindo o sistema de pagamentos Pix. A informação colocou a pré-campanha de Flávio em posição de defesa, mas o senador não comentou o tema quando questionado.
Foco no eleitorado feminino e alianças
No evento com público majoritariamente feminino, Flávio sinalizou que pretende escolher uma mulher como vice. Ele ressaltou a presença de mulheres em seu gabinete e na gestão do pai. A defesa inclui citar a família como exemplo de participação feminina.
A estratégia também envolve aproximações com lideranças religiosas. Flávio avalia Simone Marquetto, deputada federal pelo PL, como possível vice. A parlamentar tem atuação próxima ao meio católico e a figuras religiosas, potencializando o alcance junto a esse segmento.
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