- O congressista Ro Khanna, progresista, defendeu de forma qualificada Graham Platner, candidato democrata ao Senado do Maine, afirmando que as ações dele foram misóginas, vergonhosas e erradas, mas não surpreenderam muita gente no estado.
- Platner concorre para substituir a senadora republicana Susan Collins, em uma eleição de novembro, após receber acusações sobre seu passado, incluindo mensagens sexualmente explícitas enviadas a mulheres casadas e uma tatuagem com tema nazista.
- Khanna disse que Platner assumiu a responsabilidade e está defendendo um programa de seguro de saúde público, taxação de bilionários e oposição à guerra no Irã. O congressista afirmou que os eleitores de Maine conheciam seu passado e que houve redenção.
- A ex-namorada de Platner, Lyndsey Fifield, relatou à New York Times que ele era misógino e que a situação envolveu agarrões e episódios de violência física, segundo as alegações apresentadas pela reportagem.
- Platner afirmou, em entrevista, que foi honesto sobre um período sombrio de sua vida, com transtorno de estresse pós-traumático não diagnosticado, autofinanciamento de álcool e que assume responsabilidades, negando acusações de violência física ou de conhecer o significado da tatuagem. Khanna pediu que a campanha não ataque Fifield, dizendo acreditar nela, e ressaltou que, se surgirem evidências de violência doméstica, há tolerância zero.
Ro Khanna, deputado progressista do Partido Democrata, abriu espaço para defender o candidato ao Senado do Maine, Graham Platner, apesar de ações consideradas misóginas e pesarosas. Khanna afirmou que as falhas não surpreenderam muitos eleitores locais.
Platner concorre à vaga do Senado contra a republicana Susan Collins, em votação prevista para novembro. A campanha enfrenta críticas sobre episódios passados envolvendo mensagens explícitas e um tatuagem de estilo nazista, segundo reportagens.
Khanna reiterou apoio ao candidato, destacando que Platner assumiu responsabilidades, busca políticas como saúde pública, taxação de ricos e oposição à guerra no Irã, e que já retornou ao Maine após dois turnos no Iraque.
Segundo Khanna, informações de Lyndsey Fifield, ex-namorada de Platner, indicam padrões de misoginia, com relatos de agressões físicas descritas à imprensa, incluindo incidentes de contato físico e contenção em situações de conflito.
O relato de Fifield é contestado pela campanha de Platner, que acusa Fifield de atuação político-partidária. Platner comentou que foi transparente sobre um período sombrio de sua vida, incluindo diagnóstico de PTSD não tratado e reflexões sobre comportamento passado.
Em entrevista a uma emissora local, Platner disse ter se comprometido com responsabilidades pessoais e políticas, negando acusações de violência física ou de saber o significado da tatuagem. Seu discurso enfatizou responsabilidade e redenção.
No ciclo de prévias, integrantes democratas e independentes apoiam Platner, mas a deliberação pública volta-se para o candidato diante de semanas de avaliação de conduta, após explorar controversas anteriores envolvendo o ex-congressista Eric Swalwell.
Contexto e desdobramentos
Em transmissão de televisão, Khanna manteve o apoio sob argumento de que Platner aceitou falhas, já conduziu campanha com foco em reformas de saúde e impostos, e recebe reconhecimento de eleitores do Maine por retomar a vida após os conflitos vividos.
A defesa de Khanna não exclui a possibilidade de renovadas avaliações, caso surjam novas evidências de violência doméstica ou agressões. O posicionamento dele sinaliza um respaldo condicionado à avaliação pública contínua.
A campanha de Platner manteve a linha de que houve transparência e que as acusações refletem uma avaliação política, não apenas jornalística. O Maine, onde o pleito ocorre, é palco de debates sobre ética e liderança entre os candidatos.
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