- Pesquisa do Paraná Pesquisas aponta 51,8% de aprovação ao governo interino do Rio de Janeiro, 38,2% de desaprovação e 10% não opinaram.
- Sobre a gestão, 34,4% consideram boa/ótima, 27,4% ruim/péssima, 30,1% regular e 8,1% não sabem/opinaram.
- Amostra teve 1.680 eleitores no estado, entre 1º e 3 de junho, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais e confiança de 95%.
- O governador interino Ricardo Couto é presidente do Tribunal de Justiça, assumiu o governo em março após renúncias de Cláudio Castro e do vice Thiago Pampolha.
- No STF, o placar sobre a eleição para o mandato-tampão segue aberto: quatro ministros defendem eleição indireta pela Alerj, enquanto Cristiano Zanin defende voto direto.
O Paraná Pesquisas divulgou um levantamento realizado com 1.680 eleitores do Rio de Janeiro entre 1º e 3 de junho. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, com 95% de confiança. O estudo apura a aprovação ao governo interino do estado.
Segundo o instituto, 51,8% aprovam a gestão de Ricardo Couto, atual presidente do Tribunal de Justiça do Rio que comanda o Palácio Guanabara desde março, após a renúncia de Cláudio Castro. Outros 38,2% desaprovam e 10% não opinaram.
A sondagem aponta ainda 34,4% avaliando a gestão como boa ou ótima, 27,4% como ruim ou péssima e 30,1% como regular. 8,1% não souberam ou não opinaram.
Contexto político no Rio
Couto assumiu o governo em meio a duas vacâncias: o vice-governador Thiago Pampolha renunciou em 2025 para vaga no Tribunal de Contas estadual. A situação complexa envolve o afastamento de outras lideranças e mudanças no comando do estado.
O atual cenário também envolve a cabia de decisão sobre a sucessão do governador, com o governo em exercício até deliberação sobre a forma de escolha do substituto definitivo. A gestão interina permanece sob avaliação pública.
Panorama no STF
No Supremo Tribunal Federal, o tema das eleições para o mandato-tampão segue indefinido. Em abril, o ministro Flávio Dino pediu vista e suspendeu o julgamento sobre as regras para a eleição.
Até o momento, há divergência entre ministros: quatro defendem eleição indireta pela Alerj com voto secreto, enquanto Cristiano Zanin defende voto direto da população. A situação mantém expectativa sobre o desfecho.
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