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Gilmar propõe edição mundial do Gilmarpalooza e desafia críticos

Gilmar Mendes propõe editar o evento para Fórum Mundial de Lisboa e diz que críticas ampliam a visibilidade, em meio à queda de participação de autoridades

No encerramento do “Gilmarpalooza”, Gilmar Mendes ironiza críticas e defende relevância internacional do evento. (Foto: Ton Molina/STF)
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  • O ministro Gilmar Mendes encerrou o 14º Fórum de Lisboa, conhecido como “Gilmarpalooza”, propondo mudar o nome para “Fórum Mundial de Lisboa”.
  • Ele afirmou que o evento precisa passar a se chamar Fórum Mundial de Lisboa, com a expressão “modéstia às favas” mencionada.
  • Em comparação com 2025, houve queda significativa na participação de ministros do STF, governadores e integrantes do governo Lula.
  • A mudança de formato seria ligada ao Escândalo Banco Master e às dúvidas sobre as custas de viagens de autoridades a Portugal; Gilmar chamou as críticas de leituras apressadas e oportunismos.
  • Ao iniciar, pediu desculpas pelo desconforto no auditório devido à previsão de esvaziamento, e destacou a presença massiva dos participantes.

O ministro do STF Gilmar Mendes encerrou o 14º Fórum de Lisboa, conhecido como Gilmarpalooza, nesta quarta-feira, 3, em Lisboa. Em tom desafiador, ele rejeitou a ideia de esvaziamento do evento e sugeriu batizar o encontro como Fórum Mundial de Lisboa, com modéstia às favas.

Mendes afirmou que o Fórum precisa mudar de nomenclatura para refletir sua abrangência internacional, indicando a possibilidade de ampliar o alcance da reunião. O pronunciamento ocorreu após a edição registrar queda na participação de ministros do STF, governadores e membros do governo Lula em comparação a 2025.

Participação reduzida e contexto

A edição atual teve menos presença de autoridades em relação ao ano anterior. A queda é associada a controvérsias envolvendo o escândalo do Banco Master e críticas sobre custos de viagens para Portugal. O ministro classificou tais críticas como leituras apressadas, incompreensões ou oportunismos.

Em tom irônico, Mendes disse que as críticas, mesmo desprovidas de apoio, contribuíram para aumentar a visibilidade do trabalho desenvolvido no Fórum. Ele citou um provérbio português para ilustrar que críticas costumam acompanhar eventos públicos.

Conforme relatos da plateia, o discurso foi recebido com aplausos. O ministro abriu o pronunciamento pedindo desculpas aos presentes por eventuais desconfortos causados pela previsão de esvaziamento do auditório, que acabou não se confirmando.

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