- A Polícia Civil de São Paulo deflagrou a Operação Wi-Fi Livre SP para investigar irregularidades em contrato entre a prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil, presidido por Karina Ferreira da Gama, responsável pela produtora do filme sobre Jair Bolsonaro.
- O contrato, iniciado em 108 milhões de reais, recebeu aditivos que elevaram o valor total para 157,1 milhões; ao menos 26 milhões teriam sido pagos sem a efetiva prestação dos serviços.
- Entre os alvos estão o Instituto Conhecer Brasil, a produtora Go UP Entertainment, endereços ligados à presidente da entidade e a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT).
- Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão autorizados pela 1ª Vara Regional das Garantias, em diferentes locais.
- O pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, em Belo Horizonte, não acreditar em perseguição ou pesca probatória contra seu grupo, e afirmou que os fatos investigados não têm relação com o filme; a Gazeta do Povo solicitou comentário à Secretaria de Segurança Pública.
O pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira 1º que vê a operação Wi-Fi como possível perseguição. A notícia envolve a produtora de um filme sobre Jair Bolsonaro, pai dele, e a atuação de autoridades em São Paulo. Ele disse não acreditar que parte da polícia tenha fins eleitorais.
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou a operação para apurar irregularidades em um contrato entre a prefeitura da capital e o Instituto Conhecer Brasil, presidido por Karina Ferreira da Gama. O objetivo é esclarecer pagamentos e execuções do acordo.
A apuração investiga supostos desvios em um contrato para implantação de pontos de internet gratuita em comunidades da cidade. O valor inicial era de 108 milhões de reais, com aditivos que elevaram para 157,1 milhões. Segundo a polícia, pelo menos 26 milhões podem não ter sido usados.
Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão autorizados pela 1ª Vara Regional das Garantias. Os alvos incluem o Instituto Conhecer Brasil, a produtora Go UP Entertainment, endereços ligados à presidente da entidade e a SMIT, responsável pela parceria com a organização.
A Go UP Entertainment não comentou a operação. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo ainda não forneceu uma posição oficial sobre as diligências nem sobre o andamento do caso. O portal Gazeta do Povo pediu comentário, mas aguarda retorno.
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