- Câmara aprovou em dois turnos a PEC que altera a escala de trabalho de 6×1 para 5×2 e reduz a carga horária de 44 para 40 horas semanais; votação ocorreu na noite de 27.
- A proposta resultado de acordo entre o presidente Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta.
- O texto segue para o Senado Federal, onde o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, pautará nova análise.
- A jornalista Ana Flor comenta os pontos positivos e negativos da proposta, com base em ouvidos de economistas e setores da sociedade.
- O Assunto é um podcast da GloboNews apresentado por Natuza Nery, que traz os bastidores da construção do consenso sobre a PEC.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite de quarta-feira (27), a Proposta de Emenda à Constituição que altera a escala de trabalho de 6×1 para 5×2 e reduz a carga horária de 44 para 40 horas semanais. A PEC foi aprovada em dois turnos por ampla maioria.
O texto tem origem em uma proposta apresentada em 2019 e resulta de um acordo entre o presidente Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta. Agora, a matéria segue para o Senado Federal, onde o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, deverá pautar nova análise.
Neste episódio, a jornalista Ana Flor, comentarista da GloboNews e colunista do g1, comenta com Natuza Nery os bastidores do consenso em torno da aprovação. Ela também compartilha ouvidos de economistas e representantes da sociedade civil sobre prós e contras da proposta.
Convidada: Ana Flor, correspondente e analista de governo. O podcast O Assunto é produzido por uma equipe dedicada e apresentado por Natuza Nery, com participação de diversos colaboradores.
Aguardando análise no Senado
A pauta no Senado ainda não tem data definida. Lula e Motta manifestaram apoio à proposta, enquanto opositores apresentaram questões sobre impactos econômicos e sociais. A Casa deverá reavaliar o texto e possíveis emendas antes de qualquer votação.
As informações sobre a tramitação e responsáveis pela apresentação de emendas devem constar na agenda oficial do Senado. O desfecho depende de negociação entre as lideranças das duas Casas e de eventuais ajustes no texto.
A decisão final sobre manter ou modificar a escala de trabalho caberá aos parlamentares do Senado, que analisarão impactos setoriais, custos administrativos e efeitos para trabalhadores. A conclusão pode estabelecer um novo marco nas relações trabalhistas no país.
Entre na conversa da comunidade