- O exilíder do Reform UK, Nigel Farage, afirma ter sido hackeado por agentes russos em relação a uma doação de £5 milhões de Christopher Harborne, conforme revelado pelo Guardian.
- Danny Kruger, líder de preparação do Reform para governar, disse não saber os detalhes do suposto hack e afirmou que o assunto é privado, sem comentar se há evidências.
- A Reforma não apresentou evidência nem informou a quem teria relatado as suspeitas; Kruger disse não ser a pessoa para discutir investigações em andamento.
- Uma fonte do Reform afirmou ao Mail on Sunday que Farage consultou “especialistas counter-espionage” que teriam concluído, de forma quase certa, que o telefone foi comprometido, mas não há evidência divulgada nem nomes.
- O Guardian chamou a alegação de tentativa de desviar o escrutínio de questões financeiras de Farage, e pediu explicações sobre com quem ele teria apresentado as supostas evidências.
O dirigente sênior da Reform UK, Danny Kruger, recusou pedir a Nigel Farage que apresente evidência aos serviços de segurança do Reino Unido para sustentar a alegação de que houve um hack de origem russa. Farage sustenta que houve divulgação de um gift de £5 milhões, sob suspeita de interferência estatal russa.
Segundo Kruger, o tema é privado, e ele não está ciente dos detalhes da suposta violação. Questionado sobre se Farage deve reportar evidências, ele respondeu que não pode comentar os procedimentos da investigação. A afirmação é apresentada como uma questão interna.
Uma fonte da Reform, citada pelo Mail on Sunday, disse que Farage contratou especialistas de contraespionagem para analisar o celular, chegando à conclusão de provável comprometimento por agentes russos. Não foram apresentadas provas nem identificados os especialistas.
Repercussões e posição da imprensa
O Guardian descreveu a alegação de Farage como uma tentativa de desviar o escrutínio sobre suas finanças, e afirmou que o político evita enfrentar perguntas de jornalistas e políticos. A reportagem também destacou que não há confirmação pública das evidências.
O porta-voz de Farage não respondeu a solicitações sobre para quem foi encaminhada a denúncia de hack e se houve entrega de qualquer evidência, nem sobre detalhes da análise do telefone. O assunto segue sem esclarecimentos oficiais.
Kruger também defendeu o candidato de Reform no pleito de Makerfield, Robert Kenyon, diante de críticas sobre comentários antigos em redes sociais. O partido o apresenta como defensor de uma oposição local ao político profissional.
Manifestações públicas e nuance
Arquivos mostram que Kenyon proferiu declarações questionáveis sobre figuras femininas, dúvidas sobre vacinas e interações com portais de extremismo, hoje removidas. Kruger disse que muitos usuários falam em tom privado e que ele não irá julgar tais posts.
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