- O prefeito de Londres, Sadiq Khan, bloqueou um acordo de £50 milhões entre a polícia metropolitana e a Palantir devido a uma violação grave das regras de procurement.
- A Met tinha discutido usar a IA da Palantir para automatizar a análise de inteligência em investigações criminais.
- O Mopac disse que a Met não obteve a aprovação adequada para a estratégia de aquisição, apontando riscos legais e de reputação e questionando o valor pelo dinheiro.
- Khan afirmou que há risco de o Met ficar preso à tecnologia da Palantir e que o acordo não comprovou valor para o dinheiro.
- Não há bloqueio para futuras propostas da Palantir; o Mopac pretende trabalhar numa nova contratação ágil com a Met.
O prefeito de Londres, Sadiq Khan, bloqueou um acordo de 50 milhões de libras entre a Polícia Metropolitana e a Palantir, empresa de tecnologia dos EUA. A decisão, anunciada nesta quinta-feira, aponta violação clara de regras de licitação e risco de dependência tecnológica.
A Met tinha negociado o uso da IA da Palantir para automatizar a análise de inteligência em investigações criminais. A Block foi divulgada após divulgação de que a negociação era a maior contratação da Palantir no país, e o Mopac precisava aprovar a estratégia de aquisição.
Khan argumenta que o contrato não demonstrava valor para o dinheiro público e que houve falha em obter aprovação do Mopac, gerando riscos legais e de reputação para a polícia. O município afirma que a publicação deve buscar fornecedores com valores alinhados à cidade.
Contexto e próximos passos
A prefeitura relata que não há impedimento para a Palantir disputar futuras licitações, mas destaca a necessidade de uma nova licitação com rapidez. A decisão ocorre em meio a críticas sobre a abrangência de contratos da Palantir com serviços públicos britânicos.
A Met já realizou testes com a tecnologia da Palantir em outras frentes, incluindo monitoramento de conduta de oficiais. O episódio acende debate sobre ética, custo e eficiência do uso de IA pela polícia no Reino Unido.
A reportagem também aponta que o governo federal tem discutido estratégias de IA para policiamento, com planos de criar centros nacionais e investir em plataformas de avaliação e escalonamento de soluções tecnológicas.
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