- O ex-ministro Aldo Rebelo, do Democracia Cristã, divulgou nota em 21 de maio mantendo sua pré-candidatura à presidência pela DC, mesmo com expulsão anunciada pelo partido.
- O DC informou a expulsão sumária de Rebelo, que afirma ser ilegal à luz da Constituição e pede respeito aos concursos legais.
- Rebelo citou princípios constitucionais, como ampla defesa e contraditório, para sustentar sua permanência na legenda.
- O ex-ministro Joaquim Barbosa foi anunciado pelo DC como pré-candidato; Rebelo questiona a decisão e ameaça judicializar a questão.
- Na nota, Rebelo acusa violação de garantias processuais e afirma que seguirá na pré-candidatura até a convenção partidária.
Aldo Rebelo, ex-ministro da Defesa, divulgou nesta quinta-feira (21) que mantém sua pré-candidatura à presidência pelo Democracia Cristã (DC), mesmo com o partido anunciando sua expulsão em caráter sumário. A decisão ocorreu durante o mesmo dia.
Rebelo sustenta que a expulsão violaria a Constituição, citando princípios como ampla defesa e contraditório. Ele afirma que a expulsão não se sustenta juridicamente e mantém a filiação e a pretensão de disputar o pleito.
A DC anunciou a indicação do ex-ministro Joaquim Barbosa como candidato. Rebelo tem criticado a decisão e sinalizado possibilidade de judicialização para contestá-la, argumentando que a mudança contraria regras internas.
O ex-ministro descreveu, em nota, possíveis irregularidades no processo, incluindo alegações de incoerência com a livre manifestação de filiados, violação do devido processo legal e trocas de normas estatutárias sem fundamentação adequada.
Ele também rebateu a ideia de que Barbosa seria uma estratégia para blindar o DC em relação a denúncias envolvendo o Caso Master, segundo a leitura dele sobre os eventos recentes.
Rebelo reforçou a intenção de seguir com a pré-candidatura até a convenção partidária, instância que, na visão dele, decidirá soberanamente sobre as candidaturas do DC. No momento, a legenda mantém Barbosa como indicado.
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