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Fundos de US$1,776 bi para pagar aliados perseguidos por Biden geram críticas

Fundo de 1,776 bilhões para premiar aliados de Trump perseguidos por Biden gera críticas e dúvidas sobre o uso de dinheiro público

Trump, ante la obra de su salón de baile de la Casa Blanca, este martes en Washington.
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  • Foi criado um fundo de 1,776 bilhões de dólares para recompensar pessoas “perseguidas” juridicamente durante a era Biden, segundo a justificativa oficial.
  • O ato foi defendido pelo procurador-geral interino Todd Blanche em audiência no Senado, que afirma que o objetivo é reparar injustiças e evitar abusos da “guerra jurídica”.
  • Críticos chamam o fundo de mecanismo de “soborno”; a lista de beneficiários pode incluir participantes do ataque ao Capitólio de 6 de janeiro de 2021, além de Trump e aliados próximos.
  • A decisão ganhou apoio de alguns republicanos, mas gerou dúvidas sobre uso do dinheiro público e quais critérios serão usados para designar beneficiários; o senador John Thune manifestou ceticismo.
  • O fundo tem validade até 15 de dezembro de 2028, com uma comissão designada para indicar os beneficiários; o procurador-chefe interino também indicou que houve demissão de um alto assessor do Tesouro ligado ao caso.

Donald Trump criou um fundo público de 1,776 bilhões de dólares para recompensar aliados considerados perseguidos pelo atual governo, medida apresentada pelo vice‑procurador-geral interino Todd Blanche. A iniciativa, sem precedentes, tem como foco indivíduos que, segundo o Departamento de Justiça, enfrentaram ações legais durante o mandato de Joe Biden (2021-2025).

Blanche defendeu a proposta no Senado, afirmando que o objetivo é reparar injustiças do que chamou de “guerra jurídica” e instrumentalização da lei. O anúncio ocorreu após o ex‑presidente encerrar uma ação judicial contra o Tesouro, que pedia pelo menos 10 bilhões de dólares.

A proposta prevê que o fundo, configurado para durar até 15 de dezembro de 2028, seja gerido por uma comissão designada por Trump. O governo estima distribuir recursos apenas a beneficiários aprovados pelo comité, incluindo participantes do ataque ao Capitólio de 6 de janeiro de 2021.

Disidência republicana

Líder da maioria no Senado, John Thune criticou a ideia, dizendo não ver claramente o objetivo do fundo. Não está claro quais cinco integrantes comporão a comissão nem quais critérios serão usados para selecionar os beneficiários, segundo Blanche em audiência no Senado.

Ainda segundo Blanche, Trump pode demitir os membros a qualquer momento, e os integrantes receberiam apenas diárias, despesas administrativas e outros apoios necessários. O fundo poderá ser fiscalizado pelo Congresso durante a aprovação do orçamento.

Repercussões e demissões

Críticos mostram preocupação com conflitos de interesse e possível uso político de fundos públicos. O prêmio Nobel de Economia, Paul Krugman, classificou a medida como corrupção. O anúncio também provocou a demissão do principal assessor jurídico do Tesouro, ocorrido pouco depois da divulgação.

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