- Trump afirma ter ordenado o cancelamento de um ataque contra Irã, a pedido de Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, para permitir negociações “seriamente em curso”.
- O presidente diz que o acordo incluiria que o Irã não possua armas nucleares e que o ataque previsto para amanhã foi suspenso, mantendo a possibilidade de retomar ações se não houver um entendimento.
- Teerã teria apresentado uma nova proposta de paz; Washington ainda não confirmou. A agência Tasnim cita suspensão temporária de sanções ao petróleo iraniano para viabilizar um pacto.
- Diplomacia se intensifica: ministros de Exterior de Irã e Arábia Saudita discutem, e Trump teve contatos com Netanyahu; há uma reunião prevista na Casa Branca com assessores de segurança nacional.
- Custos e apoio: o Pentágono estima o gasto do conflito em cerca de 29 bilhões de dólares; a inflação e o preço da gasolina sobem; pesquisa do The New York Times aponta aprovação de Trump em 37% e críticas de independentes.
O presidente dos EUA, Donald Trump, informou ter cancelado um ataque planejado contra o Irã para esta semana. A decisão foi tomada a pedido de Catar, Emirados Árabes e Arábia Saudita, com o objetivo de permitir negociações sérias.
Segundo Trump, as conversas estariam em curso e poderiam levar a um acordo “muito aceitável” para EUA e países do Oriente Médio, incluindo a nemci de que o Irã não possuirá armas nucleares. A versão foi compartilhada nas redes sociais.
Trump afirmou ter ordenado que o ataque não ocorra amanhã, tocando que o secretario de Defesa e o chefe do Estado Maior já foram instruídos. Entretanto, ficou claro que ele não descartou um ataque em caso de fracasso das negociações.
Horas antes, fontes iranianas disseram que Teerã apresentou uma proposta de paz modificada. Washington não confirmou oficialmente as mudanças nem as condições apresentadas por Teerã. Tasnim mencionou possível suspensão de sanções ao petróleo.
Enquanto isso, o ministro iraniano de Exteriores tratou com o colega saudita sobre propostas em negociação. Trump também discutiu o conflito com o primeiro-ministro israelense, em contato descrito pela imprensa como parte de consultas contínuas.
A pauta diplomática inclui sinalizações de flexibilização de posições de ambos os lados, com mediadores paquistaneses atuando para manter o diálogo aberto, mesmo após o rejeitado de Trump a planos iranianos há duas semanas.
O atraso de ações militares ocorre em meio a custos elevados: o Pentágono estima bilhões de dólares gastos, reflexo de meses de tensão. A economia global também reage, com pressões sobre combustíveis e inflação.
De acordo com The New York Times, a popularidade de Trump caiu para cerca de 37%, com parte dos eleitores desaprovando a decisão de abrir conflito. O jornal aponta críticas de independentes e da maioria do público.
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