- O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, por meio da OFAC, impôs novas sanções contra representantes do aparato policial, político e de inteligência de Cuba.
- Entre os atingidos estão a ministra das Comunicações, Mayra Arevich Marín, e o titular de Energia e Minas, Vicente de la O Levy.
- Também constam da lista o presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Juan Esteban Lazo Hernández; o diretor da Polícia, Óscar Alejandro Callejas Valcarce; e Roberto Morales Ojeda, membro do Buró Político do Partido Comunista e secretário de Organização do Comité Central.
- A OFAC incluiu ainda entidades do regime, como a Polícia Nacional Revolucionária (PNR), o Ministério do Interior (MinInt) e a Direção de Inteligência, também conhecida como G2.
- As sanções representam mais um passo de pressão dos Estados Unidos contra Havana.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos ampliou nesta segunda-feira as sanções contra o governo cubano, incluindo órgãos policiais, de inteligência e de liderança política. A medida faz parte de uma nova rodada de pressão sobre La Habana.
Entre os visados estão a ministra de Comunicações, Mayra Arevich Marín, e o ministro de Energia e Minas, Vicente de la O Levy. Também constam o presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Juan Esteban Lazo Hernández; o diretor da Polícia Nacional Revolucionária (PNR), Óscar Alejandro Callejas Valcarce; e Roberto Morales Ojeda, membro do burô político e secretário de Organização do Comitê Central do PC cubano.
A lista negra da OFAC inclui, ainda, entidades do regime, como a PNR, o Ministério do Interior (MinInt) e a Direção de Inteligência, conhecida como G2. A secretaria de imprensa do Tesouro afirma que as novas sanções ampliam controles financeiros e restringem operações de indivíduos e organizações associadas ao governo cubano.
As medidas foram anunciadas após avaliação de atividades associadas ao aparato policial, de segurança e político de Cuba. O objetivo, segundo o Tesouro dos EUA, é aumentar a pressão para mudanças políticas e econômicas no país. Não foram divulgados detalhes sobre impactos específicos para setores cubanos.
O anúncio reforça o atual eixo de pressão dos Estados Unidos sobre Havana, em um contexto de tensões entre as duas nações. O Tesouro informou que continuará monitorando ações que possam violar as sanções e poderá ampliar a lista de indivíduos e entidades alvo.
Notícia em desenvolvimento. Novidades e reações oficiais devem ser divulgadas pela OFAC nas próximas horas.
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