- O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), é alvo de mandado de busca e apreensão em operação da Polícia Federal no estado.
- Também investigado é o empresário Ricardo Magro, dono do Grupo Refit, considerado pela Receita Federal o maior devedor contumaz do Brasil, com débitos superiores a R$ 26 bilhões.
- O desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Guaraci Vianna, foi afastado cautelarmente do cargo em março, por decisão da Corregedoria Nacional de Justiça, relacionada a decisões no caso da Refinaria de Manguinhos.
- Castro renunciou ao governo em 23 de março, um dia antes de ser julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder político e econômico; ele é pré-candidato do PL ao Senado.
- A PF denomina a operação de “Sem Refino” e investiga suposta ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior, com apurações sobre fraudes fiscais e irregularidades na operação da refinaria vinculada ao grupo.
O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), é alvo de mandado de busca e apreensão em uma operação da Polícia Federal no estado. A ação envolve ainda o empresário Ricardo Magro, dono do Grupo Refit, e o desembargador Guaraci Vianna, do TJRJ.
A PF divulgou que a operação, denominada Sem Refino, investiga atuação de um conglomerado do setor de combustíveis. O objetivo é apurar ocultação patrimonial, dissimulação de bens e possível evasão de recursos ao exterior.
Ricardo Magro é citado como controlador do grupo ligado à antiga Refinaria de Manguinhos. A Receita Federal o aponta como um dos maiores devedores contumazes do país, com débitos superiores a 26 bilhões de reais.
Guaraci Vianna foi afastado cautelarmente do cargo em março pela CNJ, por supostas decisões teratológicas no caso envolvendo a Refinaria de Manguinhos, ligada ao mesmo grupo. O afastamento ocorreu a pedido da Corregedoria Nacional de Justiça.
Cláudio Castro renunciou ao governo em 23 de março, um dia antes de ser julgado pelo TSE por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Atualmente, ele é pré-candidato do PL ao Senado.
As investigações apuram fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação da refinaria vinculada ao grupo Refit. A PF não informou novos detalhes operacionais ou dados de localização específicos.
Entre na conversa da comunidade