- O pré-candidato Ronaldo Caiado afirmou que não fará juízo de valor sobre Flávio Bolsonaro, citado em um pedir de dinheiro ao Banco Master para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro, e disse que cada um responde por seus atos.
- Caiado criticou o governo Lula, classificando-o como populista e irresponsável, e apontou endividamento, medidas improvisadas e pressão sobre governadores.
- Em Campo Grande, o ex-governador participou de coletiva para discutir temas como logística, agropecuária, segurança pública, educação e inteligência artificial.
- Sobre segurança, Caiado atribuiu o avanço de facções criminosas a governos do PT, defendeu mudanças constitucionais para ampliar poderes dos estados e investimentos no sistema prisional.
- A agenda em Mato Grosso do Sul incluiu debates sobre a Rota Bioceânica, desenvolvimento do setor de celulose, crise na agropecuária e o acordo Mercosul–União Europeia, com apoio a Nelsinho Trad e ressalva de que alianças devem ser conduzidas por líderes locais.
Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência pelo PSD, afirmou em Campo Grande que não fará juízo de valor sobre Flávio Bolsonaro, citado em um pedido de dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro. A declaração ocorreu durante agenda no município na sexta-feira (15).
O ex-governador de Goiás disse que cada pessoa deve responder pelos próprios atos e evitou comentar denúncias envolvendo familiares do presidente. A pauta também incluiu críticas ao governo Lula, que Caiado classificou como populista e irresponsável, durante coletiva na capital sul-mato-grossense.
Caiado ressaltou que veio discutir temas como logística, agropecuária, segurança pública, educação e inteligência artificial, afirmando manter postura conservadora em relação a julgamentos públicos sobre terceiros. Ele reforçou não julgar comportamentos de outras pessoas.
Sobre o caso envolvendo Flávio Bolsonaro, o pré-candidato disse não pretender comentar, mantendo seu posicionamento tradicional. Cada um estaria sujeito a responder por questões legais em instâncias como o Supremo, o Congresso, a Câmara e o Senado, afirmou.
Na sequência, Caiado citou que sua candidatura se apoia nas credenciais adquiridas ao longo da carreira, destacando a trajetória pública e o índice de aprovação ao deixar o governo de Goiás. Não houve avaliação direta sobre denúncias específicas.
Críticas ao governo Lula e ao PT
Caiado afirmou que o Brasil vive endividamento e medidas improvisadas, com o governo federal pressionando governadores ao adotar subsídios e alterações tributárias. Ele afirmou que o governo atua de forma populista e pediu foco da oposição nas eleições.
Segurança pública e facções criminosas
Sobre o tema, o ex-governador atribuiu o avanço de facções ao período do PT, citando PCC e Comando Vermelho. Defendeu mudanças constitucionais para ampliar poderes estaduais, reforço no combate ao tráfico de armas e drogas e investimentos no sistema prisional.
Caiado afirmou ainda que, nos próximos meses, o então governo seria tido como complacente com o crime, sugerindo que o combate à criminalidade seria prioridade. Ele reiterou críticas aos textos e a atuação do governo federal.
Agenda em Mato Grosso do Sul
Durante a visita, o foco incluiu a Rota Bioceânica, o desenvolvimento do setor de celulose e a crise na agropecuária. O pré-candidato também comentou o acordo Mercosul-UE e a defesa da produção agropecuária brasileira, citando barreiras de países como França e Irlanda.
Ele elogiou o senador Nelsinho Trad (PSD), dizendo que o parlamentar é um nome preparado para o Senado. Quanto a alianças locais, Caiado disse que a construção de apoios deve ser conduzida por lideranças regionais, sem interferência direta.
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