- Keir Starmer teve reunião rápida com Wes Streeting em Downing Street, em meio a crise de liderança no Labour.
- Um aliado do secretário de Saúde pediu a renúncia do primeiro-ministro, afirmando que sua autoridade “ebrou de forma irreversível”.
- Dr. Zubir Ahmed, ex-titular substituto da Saúde, culpou Streetmer pela derrota nas eleições locais e pediu cronograma de saída para uma transição ordenada.
- A reunião ocorreu após dias de especulação sobre a posição de Streeting, que tem sido apontado como possível candidato à liderança.
- Nesta semana, 11 sindicatos ligados ao Labour sinalizaram que o partido pode não liderar a oposição para a próxima eleição, exigindo um plano para eleger um novo líder.
O líder do Labour, Keir Starmer, manteve uma breve reunião com Wes Streeting em Downing Street, enquanto aliados do ministro da Saúde renovam pedidos de demissão do premiêr. A reunião ocorreu nesta quarta-feira, em meio a especulações sobre a crise de lideranças no partido.
Streeting chegou a No 10 pela manhã e saiu cerca de 16 minutos depois, sem falar com a imprensa. Funcionários de Downing Street disseram que o encontro serviu para Streeting expressar preocupações, mas não descartaram que ele possa negar uma candidatura.
Dr. Zubir Ahmed, que deixou o cargo de ministro júnior da Saúde na terça, responsabilizou Starmer pelos resultados ruins das eleições locais e pediu um calendário claro para a saída do premiêr, em uma transição ordenada.
Mudanças internas e desdobramentos
Ahmed afirmou em entrevista à BBC que o Labour não conseguiu enfrentar o governo SNP na Escócia, atribuindo a essa dificuldade ao que chamou de ruído vindo do centro. Ele descreveu uma frustração espontânea entre colegas do PLP.
Essa intervenção aumenta a pressão sobre Streeting, que tem sido visto por alguns como possível candidato à liderança, apesar de permanecer leal publicamente após as eleições locais. Vários aliados de Streeting já se demitiram nos últimos dias.
Reação no círculo de Starmer
Aliados de Starmer apresentaram a reunião como normal, enquanto observadores meninos reduziram a importância do encontro. Um ministro do Gabinete afirmou que não houve qualquer desafio de liderança viável no momento.
Antes da fala do rei Charles na Câmara dos Lordes, a imprensa mostrou que sindicatos próximos ao Labour preveem que o partido não conduza o próximo pleito sob a atual liderança. Unions como Unite, Unison e GMB pretendem emitir um posicionamento conjunto.
Contexto a partir das bases
A divulgação de um rascunho de declaração sindical indica que as entidades acreditam haver necessidade de um plano para eleger um novo líder. O documento classifica o caminho atual como incompatível com as mudanças que os eleitores esperam.
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