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Lula tem aprovação em alta após boato de morte por bolsonaristas

Pesquisa Genial/Quaest aponta saldo de aprovação de Lula caindo de nove para três pontos em um mês, sugerindo recuperação e continuidade de ações para angariar apoio

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  • A aprovação de Lula melhorou: o saldo entre aprovação e desaprovação caiu de nove para três pontos em um mês, segundo a pesquisa Genial/Quaest.
  • Lula voltou a vencer numericamente o opositor Jair Bolsonaro, com queda das notícias negativas e aumento de positivas sobre o governo.
  • Sessenta e quatro por cento? (não, corrigir) Em torno de setenta e dois por cento dos entrevistados avaliam que o Desenrola 2 ajuda de alguma forma; setenta e dois por cento ? (texto original diz 72%) consideram esse efeito positivo. Além disso, 21% sentiram mais dinheiro no bolso com a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5.000 cascalhos por mês.
  • O governo atua para reconquistar as classes C, D e E por meio de sinalizações diretas. Ontem foi editada uma Medida Provisória que elimina a “taxa das blusinhas” (20% sobre compras no exterior de até 50 dólares) e há medidas para ampliar crédito a motoristas de plataformas.
  • A eleição segue indefinida: o cenário atual mostra que o governo não morreu, nem está garantido a vitória de um lado; ainda há tempo e impactos diretos no bolso a serem sentidos pelos eleitores.

O governo Lula tem queda pontual de popularidade, mas sinaliza recuperação. Dados de uma pesquisa Genial/Quaest mostram o saldo entre aprovação e desaprovação que caiu de negativo para apenas três pontos em um mês. A leitura é de alívio relativo.

A margem entre Lula e Bolsonaro na avaliação passou de empate técnico para liderança do petista. A cobertura de notícias positivas aumentou, enquanto as negativas recuaram, conforme o levantamento. O Desenrola 2 ganhou apoio, com 72% considerando benefício no bolso.

Ao mesmo tempo, houve impulso de políticas econômicas voltadas a famílias de menor renda. A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil por mês elevou aprovação entre esse contingente, pulando de 17% para 21%.

Medidas recentes e impacto setorial

Foi editada Medida Provisória que elimina a chamada “taxa das blusinhas”, reduzindo 20% de compras no exterior até 50 dólares. O governo também abriu crédito a motoristas de plataformas digitais, ampliando a base de apoio em setores vulneráveis.

A pauta da chamada fim da escala 6×1 também está em debate, com aprovação esperada. A medida atinge varejo, serviços e agricultura, públicos que Lula busca reconquistar para o segundo turno.

A eleição permanece indefinida, com cenários possíveis para ambas as campanhas. Em 2022, Bolsonaro ainda tinha saldo negativo bastante elevado, mas ficou próximo de Lula no segundo turno.

A narrativa de crise e recuperação ganhou ritmo rápido, sugerindo dinamismo político intenso. O governo atua com foco eleitoral claro, buscando manter votos nas classes C, D e E e reduzir perdas já identificadas.

O dilema atual é que, embora haja sinal de recuperação, ainda faltam meses de atuação com impactos diretos no bolso. Direção das ações e resultados práticos devem orientar a avaliação dos eleitores nas próximas pesquisas.

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