- O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) informou ao presidente do PT, Edinho Silva, que não disputará o governo de Minas Gerais.
- Com a negativa, o PT passa a definir a chapa e o palanque de Lula no estado, que é o maior colégio eleitoral do país.
- Pacheco não descartou, em reunião com Edinho Silva, a possibilidade de indicar o nome dele para uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU).
- O PT avalia nomes como Alexandre Kalil (PDT) e Josué Alencar como opções de Planos B para o governo mineiro.
- A cúpula do governo encara com cautela a spee de Pacheco após a rejeição de Messias para o STF, mantendo Josué Alencar como potencial concorrente com forte histórico em Minas.
Rodrigo Pacheco indicou ao presidente do PT, Edinho Silva, que não disputará o governo de Minas Gerais. A informação aponta que o senador prefere seguir outros caminhos políticos. O anúncio pode impactar a definição da chapa e do palanque de Lula no estado, o maior colégio eleitoral do país.
Segundo apurado, a reunião entre Pacheco e Edinho Silva sinalizou a aproximação de outras possibilidades para o senador, inclusive uma possível indicação ao Tribunal de Contas da União (TCU). A timelines aponta para fim de maio como momento de decisão.
A expectativa do PT mineiro era saber a posição de Pacheco para formatar a candidatura e o apoio ao Palácio do Planalto. O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) surge entre os nomes cotados para governar o estado.
Plano B e outras possibilidades
A força de Josué Alencar, empresário e filho de José Alencar, ex-vice Lula, também é avaliada como opção para ter palanque sólido em Minas. Alencar filiou-se recentemente ao PSB de Minas, alinhado a Pacheco, e já recebeu contatos da cúpula do partido com esse viés.
A equipe presidencial mantém dialogo com candidatos que possam oferecer competitividade. A avaliação interna envolve desempenho em pesquisas e histórico político, buscando uma chapa capaz de sustentar o pleito presidencial.
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