- Simone Tebet afirma que a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF foi uma “traição” ao povo brasileiro.
- Ela defende a indicação rápida de um novo ministro para o STF, preferencialmente mulher e, se possível, negra.
- Tebet aborda o PL da dosimetria, o orçamento secreto, terras raras e as perspectivas para as eleições deste ano.
- A ministra diz que a eleição de 2022 ainda não acabou, e que a polarização deve permanecer até 2026.
A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB) reagiu à indicação de Jorge Messias ao STF após o Senado barrar o nome. Ela defende a rápida nomeação de um novo juiz, com preferência por uma mulher, idealmente negra, para a vaga. Tebet afirma que a decisão recente alimenta a necessidade de nomes qualificados e representativos.
Em entrevista, Tebet abordou temas ligados à política econômica e administrativa. Ela citou o PL da dosimetria, o orçamento secreto e a importância de dar maior transparência aos gastos públicos, destacando a necessidade de mecanismos de controle e avaliação.
A candidata também comentou sobre terras raras e a conjuntura eleitoral deste ano, ressaltando que a eleição de 2022 ainda não terminou para ela. Ela afirmou que a polarização perdura e impacta o resultado, defendendo uma atuação firme e centrada na agenda governável.
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