- A vice-presidente Sara Duterte foi impeachada pela Câmara dos Representantes, acusada de uso indevido de recursos públicos, acumular riqueza sem explicação e ameaçar a vida do presidente Ferdinand Marcos Jr. e de sua esposa.
- O caso segue para o Senado, onde ela enfrentará julgamento; se for condenada, ficará impedida de ocupar cargo público, prejudicando sua pretensão presidencial para 2028.
- Duterte nega as acusações e sua defesa afirmou que o ônus é das partes que as apresentaram, conforme a Constituição, a lei e as regras de evidência.
- O impeachment ocorre com ampla maioria na Câmara, favorável a aliados de Marcos, enquanto o Senado pode ter composição diferente, com Duterte recebendo apoio relevante entre seus membros.
- O Senado elegeu Alan Peter Cayetano, aliado de longa data da família Duterte, como novo presidente, em meio às discusssões sobre o impeachment.
O vice-presidente das Filipinas, Sara Duterte, foi alvo de impeachment, acusado de usar recursos públicos de forma indevida, acumular riqueza não explicada e pressionar a vida do presidente Ferdinand Marcos Jr. e de sua esposa. O processo pode complicar suas intenções de disputar a Presidência em 2028.
A Câmara dos Deputados aprovou o impeachment por larga maioria, dominada por aliados de Marcos. As acusações serão encaminhadas ao Senado, onde ela enfrentará julgamento. Caso condenada, poderá ser impedida de ocupar cargos públicos.
Antes associada a Marcos em uma campanha conjunta, Duterte e o presidente passaram a figurar como adversários políticos. A condenação requer apoio de dois terços dos 24 senadores, o que analistas avaliam como desafiador, dado o cenário atual.
Contexto político
O Senado e o entorno político recente incluem a eleição de Alan Peter Cayetano, aliado de Duterte, como presidente da casa. A defesa de Duterte afirma que o peso das evidências cabe aos acusadores, conforme a constituição e as regras legais. A vigilância sobre o caso segue estrita.
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