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Manobras dos EUA na África acabam sem localizar dois soldados no Marrocos

Manobras African Lion encerram sem localizar dois soldados dos Estados Unidos desaparecidos no sul de Marrocos, com busca envolvendo mais de 600 militares

Ejercicio de asistencia médica durante las maniobras de Estados Unidos African Lion, el pasado miércoles en Dajla, en Marruecos.
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  • As manobras African Lion, maiores exercícios militares dos EUA na África, terminaram sem localizar dois soldados norte-americanos desaparecidos no sul de Marrakesh, desde o dia dois.
  • Participaram mais de seiscentos militares de Estados Unidos, Marrocos e outros países, com apoio naval e aéreo ao longo de quarenta e cinco quilômetros de costa.
  • A última posição conhecida foi na província atlântica de Tan Tan, perto dos acantilados do cabo Draa, durante uma atividade noturna de treinamento.
  • Buzos marroquinos e equipes de busca, com apoio de navios, aviões, drones e helicópteros, vasculham desde então a costa e cavernas submarinas.
  • As águas da região apresentam correntes fortes; as operações também envolvem cooperação internacional e já resultaram em investigações abertas pela Administração de Defesa dos EUA.

Os exercícios militares African Lion, realizados pelos Estados Unidos e aliados, chegaram ao fim sem localizar dois soldados norte-americanos desaparecidos no sul de Marrocos. O incidente ocorreu no litoral próximo ao cabo Draa, em Tan Tan, durante uma atividade de treinamento. A busca mobilizou mais de 600 militares de diversos países, com apoio de navios, aeronaves e drones.

Segundo o Comando Africa (Africom), as operações ocorreram ao longo de 45 quilômetros de costa, envolvendo marroquinos, americanos e frota de outros países. Os militares afastaram-se para uma excursão recreativa ao pôr do sol quando ocorreu a queda de um soldado ao mar; o restante formou uma corrente para resgate, mas ambos foram arrastados pelas ondas.

As Forças Armadas de Marrocos divulgaram imagens de mergulhadores examinando cavernas submarinas, além de patrulhas com cães de busca. Navios de guerra, aviões, helicópteros e drones participaram dos trabalhos de rastreamento na área, onde as correntes são fortes e já registraram ocorrências de afogamentos ligadas à rota para as Ilhas Canárias.

As operações ocorrem dentro das African Lion 22ª edição, iniciadas em 27 de abril no Marrocos, com participação de quase 5 mil soldados de mais de 40 países. A investigação sobre o desaparecimento foi aberta pelo Africom ao término de uma atividade operacional, segundo informações oficiais.

O caso também ganha contornos políticos, com o continente africano servido como palco de exercícios que reforçam alianças militares. O embaixador dos EUA em Rabat agradeceu a cooperação de Marrocos e de outros parceiros na tarefa de busca.

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