- Flávio Bolsonaro, em passagem por Santa Catarina, descartou a PEC que ele próprio apresentou para acabar com a reeleição e afirmou que, se chegar ao Planalto, seu mandato pode durar oito anos.
- Ao governador Jorginho Melo, ele disse que o sonho é “acabar o governo” em quatro, cinco ou oito anos para reduzir a dependência de políticos e levar dignidade às famílias.
- Questionado sobre a afirmação, Flávio afirmou ser contra a reeleição, mas disse que quatro anos é pouco e que vai trabalhar pela aprovação da PEC.
- A ideia original da PEC era sinalizar apoio de Flávio a Tarcísio de Freitas, na expectativa de ele concorrer ao Planalto em 2030 deixando claro apoio para o governo de São Paulo.
- Em entrevista à CNN, ele sugeriu que Jair Bolsonaro seria uma espécie de eminência-parda e “norte” para seu eventual governo, indicando possível retorno de influência do pai.
Flávio Bolsonaro gerou um recuo público sobre a reeleição ao mencionar a possibilidade de um mandato de oito anos caso alcance a Presidência. A afirmação ocorreu durante passagem por Santa Catarina, ao fazer referência à PEC que propõe extinguir a reeleição.
Dirigindo-se ao governador de Santa Catarina, Jorginho Melo, o parlamentar disse que o objetivo é concluir o governo em quatro, cinco ou oito anos, para que haja menos dependência de políticas públicas. Ele afirmou trabalhar pela aprovação da PEC.
Flávio já havia apresentado a emenda para sinalizar apoio a Tarcísio de Freitas, segundo leitura da imprensa; a estratégia seria manter diálogo com o Paulo Freitas para eventuais candidaturas em 2030. Em entrevista à CNN, ele deixou claro que Jair Bolsonaro deve continuar como referência, em posição que pode sugerir influência futura no governo.
A declaração de que o pai poderia atuar como eminência no eventual governo de Flávio gerou abertura para interpretações sobre possível retorno de Jair Bolsonaro a posições de poder. A fala contou com cautela pública de aliados e críticas de opositores, que divergem sobre a viabilidade de alterações institucionais.
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