- Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança afirma que o encontro entre Lula e Trump teve como objetivo a “sobrevida política” do petista, evitando a criminalização de Lula e de aliados.
- Segundo o parlamentar, os Estados Unidos teriam três itens inegociáveis: combate ao narcotráfico, liberdade de expressão e terras raras; o restante poderia ser cedido pelo governo Lula.
- Philippe descreve o governo Lula como o mais entreguista da história e afirma que Lula tentará se manter ligado aos Estados Unidos para manter poder.
- Em relação ao Centrão, o deputado critica o grupo e diz que é a “parte mais podre do sistema político brasileiro”, citando suspeitas envolvendo o senador Ciro Nogueira.
- Ele afirma ainda que o voto no Centrão não é moderado e associa o apoio a corrupção, destacando a necessidade de esclarecer esse tema aos eleitores.
O encontro entre Lula e Donald Trump, ainda recente, teve como fio condutor a leitura de sobrevida política do presidente brasileiro, segundo o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP). Ele participou do programa Sem Rodeio, da Gazeta do Povo, para avaliar a reunião.
O parlamentar sustenta que a principal troca entre os dois líderes seria manter Lula fora de um eventual esmagamento político por investigações no Brasil. Ele afirma que Trump é pragmático e não pretende intervir politicamente no Brasil.
Segundo o deputado, há três pontos considerados inegociáveis para os EUA: combate ao narcotráfico, defesa da liberdade de expressão e interesses ligados a terras raras. O restante, afirma, poderia ceder por concessões calculadas.
Cenário político brasileiro
Luiz Philippe também comentou a operação da Polícia Federal que mira o senador Ciro Nogueira, alvo de buscas em investigação ligada ao chamado caso Master. O deputado disse que o Centrão representa a face mais crítica do sistema político, segundo ele.
Para o parlamentar, é preciso esclarecer aos eleitores que o Centrão não é moderado. Ele descreve o grupo como infiltrado por interesses pessoais e políticas, destacando que a percepção pública precisa ser corrigida, para evitar desinformação.
Fonte: Gazeta do Povo.
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