- O senador Rodrigo Pacheco, PSB-MG, marcou para o final de maio a data de um possível anúncio de candidatura ao governo de Minas Gerais.
- Se ele desistir, o Plano B do governo Lula em Minas é o empresário Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar.
- Josué Alencar se filiou ao PSB de Minas, partido do qual também faz parte Pacheco; a cúpula do PSB já conversou com Lula sobre a possibilidade.
- A preferência do PT mineiro segue por Pacheco, por já apresentar boa pontuação em pesquisas, mas houve resistência interna após a rejeição de Messias para o STF.
- Josué Alencar já disputou o Senado em 2014 em Minas, recebendo mais de 3 milhões de votos.
O governo federal trabalha com um Plano B para Minas Gerais caso o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) não seja candidato ao governo do estado. A janela para definir a candidatura de Pacheco está prevista para o final de maio, conforme apurado pelas equipes políticas.
Caso o anuncio seja de desistência, a estratégia passa a apostar em um palanque com o empresário Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar. Alencar integra o PSB de Minas, assim como Pacheco, e já foi alvo de conversas sobre a viabilidade de sua candidatura.
Josué Alencar já é alvo de aproximação pela cúpula do PSB mineiro, que avalia o potencial de competitividade dele no cenário estadual. O empresário disputou uma vaga ao Senado em 2014, obtendo mais de 3 milhões de votos, mas foi derrotado por Antonio Anastasia.
Entre o PT e aliados em Minas, a preferência recai sobre Rodrigo Pacheco, que aparece com boa pontuação nas pesquisas. No entanto, mudanças recentes envolvendo o governo federal influenciaram a leitura sobre o apoio a nomes locais para a corrida presidencial.
Quem está envolvido
- Rodrigo Pacheco, senador (PSB-MG) e possível candidato a governador de Minas.
- Josué Alencar, empresário e filiado ao PSB-MG, nome considerado para compor o palanque caso haja substituição.
- PT mineiro, que acompanha a tendência de apoio a Pacheco diante de cenários internos.
Contexto e desdobramentos
- A definição de Pacheco, prevista para o fim de maio, pode consolidar o apoio do PT a uma candidatura já bem posicionada nas pesquisas.
- A ala governista, diante de recente movimentação envolvendo indicações para o STF, avalia a viabilidade de manter Pacheco como opção ou migrar para Josué Alencar.
- Historicamente, Alencar já recebeu apoio expressivo em Minas, mas a proposta de enfrentamento direto com Anastasia em 2014 mostra que o caminho para a vitória requer construção de coalizões sólidas.
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