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Motta defende redução da jornada e Congresso deve definir corte neste mês

Motta defende redução da jornada de 44 para 40 horas e aposta em votação no mês pela PEC, para ampliar o debate sem influenciar o calendário eleitoral

Pronunciamento do presidente da Câmara dos Deputados. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta — Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados
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  • Hugo Motta defendeu reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, envolvendo o fim da escala 6×1.
  • A Câmara discutirá o tema com votação prevista para o dia 26 de maio, segundo o presidente da Casa.
  • Hoje, a jornada semanal máxima é de quatro dezenas e quatro horas.
  • Existem duas propostas de emenda à Constituição (PECs) em análise, além de um projeto de lei do governo Lula que também prevê 40 horas, mas sem alterar a Constituição.
  • Motta afirmou que prefere tramitar pela PEC para permitir um debate amplo na Comissão Especial e evitar contaminação do pleito eleitoral de outubro.

Hugo Motta, presidente da Câmara, defende redução da jornada de 44 para 40 horas semanais. A meta faz parte do debate sobre o fim da escala 6×1 e envolve o poder legislativo e o governo.

Em entrevista ao Painel Eletrônico da Câmara, Motta afirmou que a redução deve ocorrer neste mês e que o tamanho do corte será definido pelo Congresso. Ele destacou o papel da Comissão Especial na fase de discussão.

O tema tem tratamento prioritário pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva e tende a ser o principal tema do Congresso até as eleições de outubro. A bancada tem duas PECs em análise e um projeto governista não altera a Constituição.

Contexto

A proposta do governo cria um projeto de lei diferente da PEC, visando reduzir a jornada para 40 horas e reorganizar a semana de trabalho para cinco dias, com dois dias de descanso.

Motta ressaltou que tramitar via PEC permite amplo debate na comissão, evitando contaminação eleitoral. Segundo o presidente, a Comissão pode filtrar conteúdos antes da decisão final.

A votação prevista pela Comissão Especial está marcada para 26 de maio. A cena é acompanhada por parlamentares e pela comunidade trabalhista, que aguardam os impactos da medida.

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