- Administração Trump apresenta nova estratégia de combate ao terrorismo, afirmando que a migração tornou a Europa um “ incubadora” de terrorismo e que o continente é alvo e fonte de ameaças.
- A estratégia foca em erradicar extremistas de esquerda violentos, incluindo grupos radicalmente pró-transgênero, além de colocar os cartéis de drogas das Américas no centro dos esforços antiterrorismo.
- O relatório, de 16 páginas, foi liderado por Sebastian Gorka, aliado de Trump, e aponta a Europa como parceira preeminente de combate ao terrorismo, mas também como área de risco.
- As ações militares contra navios de traficantes de drogas na região latino-americana continuam, com dezenas de ataques e ao menos 191 mortes relatadas desde setembro.
- O governo pretende reuniões com aliados para fortalecer as estratégias de counter-terrorism e cobrar maior contribuição dos parceiros na cooperação regional.
A administração de Donald Trump apresentou uma nova estratégia de combate ao terrorismo na quarta-feira. O documento, com 16 páginas, afirma que a migração em massa tornou a Europa um ambiente fértil para ameaças terroristas, e coloca cartéis de drogas da América como centro dos esforços antiterrorismo.
A estratégia é liderada pelo coordenador de antiterrorismo Sebastian Gorka. Entre as frentes, estão grupos de esquerda violentos e o que o texto descreve como organizações radicais pró-transgênero, além de reforçar a atuação contra cartéis latino-americanos.
O relatório afirma que a Europa continua a ser parceira importante no combate ao terrorismo, mas a descreve como fortemente ameaçada e, ao mesmo tempo, como incubadora de novas ameaças. Também menciona medidas para ampliar a cooperação com aliados na região.
Pontos centrais da estratégia
- O documento sustenta que grupos hostis bem estruturados exploram fronteiras abertas e ideias globalistas.
- A meta inclui a identificação rápida e neutralização de grupos seculares políticos violentos com ideologia antiamericana, pro-transgênero e anarquista.
- A estratégia projeta encontros com aliados para discutir fortalecimento conjunto de táticas antiterrorismo e cooperação regional.
Contexto regional e ações recentes
- A administração tem pressionado líderes regionais a agir contra cartéis e gangues transnacionais que, segundo o governo, representam ameaça à segurança hemisférica.
- O governo tem adotado medidas agressivas na região, incluindo ações contra redes de tráfico de drogas e mudanças na liderança de Venezuela.
- Ao mesmo tempo, o texto reforça que a Europa é vista como parceira-chave, mesmo diante das críticas contidas nas diretrizes apresentadas.
Fonte: Agence France-Presse e Associated Press.
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