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Deputado critica Centrão por votos no Conselho de Ética

Comissão de Ética suspende três deputados por ocupação do plenário; placar foi quinze a quatro, com onze votos do Centrão

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  • A Comissão de Ética da Câmara aprovou, na terça-feira, a suspensão por dois meses dos deputados Marcel van Hattem, Marcos Pollon e Zé Trovão pela ocupação do plenário em agosto de dois mil e vinte e cinco.
  • O placar foi de quinze votos favoráveis à punição, quatro contrários.
  • Os votos pela suspensão vieram do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialismo e Libertade, além de onze membros do Centrão, segundo o deputado Luiz Lima.
  • Luiz Lima, em entrevista ao Café com a Gazeta, destacou a participação do Centrão no apoio à suspensão.
  • O deputado pediu cautela em eventuais alianças eleitorais, alertando sobre possíveis pressões políticas caso haja coligações futuras.

A Comissão de Ética da Câmara dos Deputados aprovou, na última terça-feira (5), a suspensão por dois meses de Marcel van Hattem (Novo-RS), Marcos Pollon (PL-MS) e Zé Trovão (PL-SC) pela invasão do plenário em agosto de 2025. A pena foi decidida com base no relatório apresentado pela comissão e aponta para violação das regras de comportamento parlamentar.

A decisão repercutiu entre aliados e opositores, com o placar de 15 votos a 4 a favor da suspensão. O grupo que votou pela punição incluiu parlamentares do PT e PSOL, além de 11 integrantes do Centrão, segundo o comentarista da imprensa. A informação foi destacada durante entrevista de um deputado de oposição a um programa de televisão.

Detalhes da decisão e repercussões

O deputado Luiz Lima, do Novo, informou que o resultado indicou dissenso dentro de alas que costumam alinhar-se a diferentes blocos. A análise aponta que o Centrão, que costuma exercer influência sobre votações, participou da maioria que aprovou a suspensão.

A fala de Lima também chamou atenção para possíveis impactos em futuras alianças eleitorais. Segundo ele, o Novo se apresenta como um partido técnico, enquanto há dúvidas sobre como outros grupos poderão agir em eventual vitória da direita.

Ainda segundo o relato, a discussão envolve cenários de coalizões e eventuais exigências de ministérios ou pressões políticas. A avaliação fica sobre como esses cenários podem influenciar decisões administrativas e políticas no curto prazo.

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