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TSE lança mascote da urna eletrônica sem gênero e aumenta desconfiança

TSE lança mascote sem gênero Pilili para aproximar o voto eletrônico, em meio à desconfiança de 43% da população

O mascote das urnas eletrônicas Pilili (Foto: Luiz Roberto / TSE)
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  • O Tribunal Superior Eleitoral lançou a mascote Pilili, boneco infantil “sem gênero”, para aproximar a população do voto eletrônico.
  • Pilili surgiu da ideia de uma máquina, não tem gênero e se comunica por gestos e textos em legendas e balões de fala.
  • O lançamento ocorreu durante as comemorações dos 30 anos do processo eletrônico.
  • A presidente do TSE, Cármen Lúcia, afirmou que o sistema eliminou fraudes eleitorais, enquanto pesquisa aponta 43% de desconfiança no processo (fev).
  • A urna eletrônica foi implantada pela primeira vez em eleições municipais de 1996 e, desde então, os resultados são proclamados em poucas horas após a votação.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou nesta segunda-feira a mascote Pilili, um boneco infantil sem gênero criado para aproximar o público do voto eletrônico. O lançamento ocorreu durante a cerimônia que marcou os 30 anos do processo eletrônico.

O nome Pilili é uma onomatopeia que remete ao som da urna ao confirmar o voto. Segundo o TSE, a escolha de não definir gênero reforça a neutralidade do símbolo. O mascote não tem voz nem orientação partidária e se comunica por gestos, legendas e balões em animações e posts oficiais.

No evento, a presidente do TSE, Cármen Lúcia, afirmou que o processo eliminou fraudes como voto de terceiros e manipulação de resultados. A declaração contrasta com pesquisas que indicam desconfiança da população: 43% dos brasileiros desaprovam o voto eletrônico, segundo levantamento de fevereiro, o dobro do registrado em 2022.

Desconfiança pública e contexto

A urna eletrônica foi implantada no Brasil pela primeira vez em 1996, nas eleições municipais. Desde então, os resultados são proclamados em poucas horas após a votação, contribuindo para maior agilidade no escrutínio.

O evento também destacou a ideia de Pilili como “símbolo da democracia” e explicou que a mascote substitui a necessidade de atribuir identidade de gênero. O material de divulgação do TSE aponta que o personagem busca facilitar a compreensão do processo pelo eleitor, por meio de recursos visuais.

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