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PP entrega vice-presidência e três secretarias a Vox no Governo de Aragão

PP e Vox fecham acordo de governo em Aragón, com vice-presidência e três secretarias; debate sobre prioridade nacional segue em Extremadura

Jorge Azcón, durante su comparecencia para anunciar el pacto con Vox para el Gobierno de Aragón.
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  • O Partido Popular (PP) e Vox chegaram a um acordo de governo em Aragão, com Vox ficando responsável por uma vice-presidência e três secretarias: Desregulação; Bem-estar Social e Família; Meio Ambiente e Turismo; e Agricultura, Ganadería y Alimentación (ganadería, agricultura e alimentação).
  • O líder do PP em Aragão, Jorge Azcón, deve ser investido presidente em funções, e o acordo é visto como coerente, com Vox garantindo influência equivalente em nível regional; as intervenções devem ocorrer na sede das Cortes de Aragão.
  • O pacto também prevê a expressão do princípio de “prioridade nacional”, defendido por Vox, o que provocou nova controvérsia ao ser discutido no Congresso, onde o PP rejeitou a moção de Vox.
  • Em Extremadura, María Guardiola, do PP, foi investida presidenta da Junta com apoio de Vox (40 votos a favor; 25 contra; sem abstinência) e cedeu a Vox uma vice-presidência e duas secretarias (Família e Agricultura).
  • A imprensa informou que Azcón e Nolasco devem falar às 17h30, nas Cortes de Aragão, para divulgar o avanço das negociações sobre o governo regional, em meio às celebrações de San Jorge na comunidade.

El PP e Vox fecharam um acordo para governar Aragón, com Jorge Azcón do PP como candidato a cumprir o mandato. A aliança prevê que Vox tenha uma vicepresidência e controle de quatro áreas: Desregulamentação; Agricultura, Ganadería y Alimentación; Medio Ambiente y Turismo; Bienestar Social y Familia. A expectativa é formar um governo estável, vinculando as ações à linha política adotada em Extremadura.

Nolasco, líder do Vox na região, confirmou que a bancada ultradireita deverá ocupar a vice-presidência e três secretarias. O foco do acordo inclui medidas de desregulamentação e a recusa de acolhimento de menores migrantes. O anúncio foi feito após reuniões entre as duas siglas, com a participação de representantes em Zaragoza.

Os líderes destacaram que o pacto também prevê um argumento de prioridade nacional, traçando paralelos com o acordo de Extremadura. A expectativa é que Azcón anuncie formalmente o acordo nas Cortes de Aragón, no Palácio da Aljafería, em meio às celebrações regionais de San Jorge.

Transformação de Extremadura no cenário político

Em Extremadura, María Guardiola foi novamente investida presidenta, com apoio de 29 deputados do PP e 11 de Vox. O acordo estabelece uma coalizão com Vox e reserva a Vox uma vicepresidência e as pastas de Familia, Agricultura, e parte da área social. A composição marca o retorno de uma gestão alinhada às promessas do pacto.

Guardiola obteve maioria absoluta, com 40 votos a favor, 25 contra e nenhuma abstenção. O acordo inclui, entre as diretrizes, a chamada prioridade nacional para acesso a serviços públicos e assistência social, defendida por Vox.

O PP informou que o pacto para Extremadura é inminente e que o conteúdo é similar ao acordo firmado com Vox em Aragón. As negociações para a governabilidade também contemplam a possibilidade de anunciar o entendimento nas Cortes de Aragón, com a confirmação de Azcón e Nolasco para uma coletiva pública.

Contexto na Câmara e posição do PP

No plenário, o PP rejeitou uma moção apresentada por Vox que defendia a prioridade nacional como fundamento do Estado de bem-estar, alegando que a medida não deveria reger políticas sociais. O debate envolveu a defesa de que a prioridade seria para cidadãos espanhóis no acesso a moradia, auxílios e serviços públicos.

A posição do PP foi de resistência à adoção do princípio como norma geral, mantendo o foco na governabilidade sob o acordo com Vox. Ao mesmo tempo, as negociações em Aragón prosseguiram para consolidar o apoio necessário para a investidura de Azcón.

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