- Víctor Manuel Ábalos, filho do ex-ministro José Luis Ábalos, afirmou ao Tribunal Supremo que não participava da suposta trama nem usava dispositivos emcriptados, negando falar em chave por meio do termo “café”.
- Armengol e Torres negaram, por escrito, qualquer relação com a compra de máscaras para empresas envolvidas no esquema.
- O ex-secretário de Organização do PSOE e o ex-assessor Koldo García enfrentam pedidos de pena de até trinta anos, ligados à acusação de lucrar com a compra de máscaras durante a pandemia.
- O empresário Víctor de Aldama, apontado pela Guardia Civil como o “nexo corruptor”, também está no banco dos réus; a Fiscalía solicita sete anos de prisão para ele, que reconheceu os fatos e passou informações à investigação.
- As sessões ocorrem no contexto de denúncias sobre compras de máscaras pela pandemia e envolvimento de pessoas ligadas ao ex-ministro Ábalos no esquema.
Víctor Manuel Ábalos, filho do ex-ministro José Luis Ábalos, afirmou ao Tribunal Supremo que não participava da suposta trama envolvendo Koldo García nem utilizava dispositivos cifrados. Ao ser questionado sobre comunicações com Koldo, ele negou falar em chave ou usar método criptografado.
O ex-secretário de Organização do PSOE e Koldo García enfrentam denúncias com penas que podem chegar a 30 anos. A acusação envolve a compra de máscaras durante a pandemia, realizada por uma empresa associada ao empresário Víctor de Aldama, considerado o elo central do esquema pelos investigadores.
A sessão ocorreu no Supremo, onde também estão presentes Armengol e Torres, que negam qualquer ligação com as aquisições de máscaras. Eles apresentaram documentos para sustentar suas posições na defesa institucional.
Defesa e contexto do caso
Armengol, atualmente presidenta do Congreso, e Torres, ministro de Política Territorial, negam participação na operação. A defesa aponta ausência de provas diretas ligando as autoridades aos contratos com as fornecedoras.
Aldama, empresário envolvido no negócio, já reconheceu os fatos e colaborou com a investigação. A Justiça mantém a imputação de participação em eventuais irregularidades e reserva o porte de acusações conforme a apuração.
A promotoria solicita penas de até 30 anos para Ábalos e García, citando superfaturamento e fraude. Para Aldama, a recomendação é de sete anos, com base na cooperação fornecida aos investigadores.
Desdobramentos na investigação
As autoridades seguem apurando a relação entre as empresas envolvidas e a rede de fornecedores. O tribunal analisa evidências de comunicações entre os investigados e a articulação de contratos durante o período da pandemia.
A defesa de Ábalos afirma que não houve comunicação restrita nem uso de canais secretos. A defesa de García também contesta as acusações, apresentando argumentos técnicos sobre as evidências apresentadas.
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