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Fechamento histórico do DHS continua; Câmara atrasa financiamento ao Senado

O shutdown parcial do governo entra na oitava semana, com a Câmara atrasando a aprovação de financiamento do DHS e Johnson enfrentando resistência conservadora

House speaker Mike Johnson in Washington DC.
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  • O governo permanece parcialmente fechado pela oitava semana, com o Congresso em recesso até 13 de abril.
  • A Câmara não avançou para aprovar o projeto de financiamento do Senado para o DHS, apesar de acordo para financiar TSA, Guarda Costeira, FEMA e Cisa.
  • O plano prevê financiar a aplicação de imigração por meio de uma reconciliação, que exigiria apenas maioria simples no Senado.
  • O presidente da Câmara, Mike Johnson, enfrenta resistência de republicanos linha-dura que veem o acordo como concessão aos democratas.
  • A oposição sustenta que o grupo republicano está cedendo após recusar aprovar um pacote maior do DHS sem salvaguardas para ICE e CBP.

O governo dos EUA permanece paralisado pela greve parcial mais longa da história, sem sinal de fim próximo. O Congresso está em recesso e retorna apenas em 13 de abril. O foco está no funding doDepartamento de Segurança Interna (DHS) e suas subagências.

Hoje, legisladores da Câmara não atuaram para aprovar o projeto do Senado que financiará o DHS. Uma leitura recente aponta um acordo para manter TSA, Guarda Costeira, FEMA e CISA; ICE e parte do CBP ficariam sem recursos inicialmente.

A estratégia é financiar a aplicação de imigração por meio de um projeto de reconciliação, que exigiria apenas maioria simples no Senado, contornando o filibuster. Líderes republicanos avaliam se esse caminho é aceitável politicamente.

No atrito interno, o presidente da Câmara, Mike Johnson, enfrenta resistência de membros de linha-dura do GOP. Eles argumentam que o partido cede a demandas democratas ao apoiar o texto aprovado pelo Senado, após críticas envolvendo a atuação de agências de fronteira.

Bannon case vai a novo tribunal de apelação

O Supreme Court encaminhou o caso de Steve Bannon, aliado de Donald Trump, de volta a um tribunal de apelação. A decisão aumenta as chances de o processo ser arquivado, mesmo após Bannon já ter cumprido prisão.

Bannon foi condenado por desobedecer a uma intimação do comitê do 6 de janeiro. O tribunal agora pode revisar a condenação à luz da jurisprudência e das motivações do pedido de arquivamento feito pela Justiça.

A maior parte da ação envolve uma disputa legal que pode resultar na retirada de responsabilidades para o ex-assessor. A defesa destaca precedentes que podem favorecer Bannon no eventual desfecho do caso.

Trump comenta Irã e estragos regionais

Em entrevista recente, Trump afirmou que o povo iraniano “quer ouvir bombas” para buscar liberdade, respondendo a questões da imprensa. Ele disse que os manifestantes só não saem às ruas porque seriam reprimidos.

O ex-presidente também citou o período de tensão com o Irã, afirmando que a população reagiria rapidamente se tivesse armas disponíveis. Trump mencionou ainda uma suposta reação da resistência diante de ações militares no país.

Durante evento no fim de semana, Trump reforçou que a posição dos EUA sobre o Irã continua rígida, condicionando avanços a mudanças no regime. Ele não apresentou novas propostas de política externa, mas manteve o tom de confronto.

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